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Declaração do Observatório da China: É inaceitável a ameaça dos EUA contra Portugal.

O Observatório da China considera lamentável a ameaça do Embaixador dos EUA a Portugal segundo a qual o nosso país terá de escolher entre os EUA e a China. Tentar impor a exclusão da China da escolha dos parceiros económicos de Portugal é uma ingerência inaceitável. Mais inadmissível ainda que seja um nosso aliado, que aberta e publicamente, a fazer-nos ultimatos. Todos recordamos um outro aliado e uma outra ingerência (de má memória) – o Reino Unido e o seu ultimato de 1890 (para Portugal aceitar as pretensões de ocupação inglesa em África), que ao ser aceite pelo governo português viria a ser uma vergonha nacional e uma das causas remotas da queda da monarquia.

Este diplomata revela desprezo pela História do relacionamento de Portugal com a China, que já dura há mais de cinco séculos. Portugal é o único país ocidental e europeu com tão longo relacionamento contínuo e pacífico com a China. Com aprofundamento recente, aquando da visita de Estado do Presidente português à China, em abril de 2019, os dois países formalizaram um novo patamar nas relações bilaterais. Marcelo Rebelo de Sousa, obteve um “estreitamento das relações políticas” entre Portugal e a China, com a passagem da “Parceria Estratégica” (assinada em 2005; na altura só existiam 5 países europeus a quem a China concedia este estatuto) para um “diálogo constante”, através da assinatura de um “Memorando de Entendimento”, no Grande Palácio do Povo, em Pequim. O chefe de Estado referiu que Portugal passava assim a ter com a China “um relacionamento político ao nível de países como a França, o Reino Unido, ou os Estados Unidos da América”. Por sua vez, o Presidente da República Popular da China, Xi Jinping, declarou pretender “estreitar ainda mais” o relacionamento luso-chinês, bem como fortalecer esse relacionamento “no quadro da cooperação da China com a União Europeia e entre a China e os países de língua portuguesa”.

Reafirmando a aliança de Portugal com os EUA e a União Europeia, as autoridades portuguesas têm trilhado um caminho caraterizado por uma certa neutralidade, de forma a proteger os interesses nacionais quer públicos quer privados. Muitas empresas fizeram grandes investimentos em tecnologia de origem chinesa no 4G e preparam-se para o 5G, sendo a China o país mais avançado nesta tecnologia e praticando os preços mais concorrenciais. O mesmo se passa em muitos outros setores, com o registo de um maior número de patentes, designadamente nas energias renováveis e na luta contra as alterações climáticas.

A China tem-se destacado igualmente na luta pelo aprofundamento da globalização, na defesa do multilateralismo e na resolução de conflitos internacionais, através do diálogo e do reforço das Organizações internacionais (ONU, OMS, UNESCO…). Tem-se destacado, também, na luta pela educação, com 99% das crianças em idade escolar a frequentar a escola, com o maior número de artigos científicos produzidos em revistas científicas reconhecidas pela comunidade científica internacional, e com um registo de patentes que iguala os EUA. A China tem-se evidenciado ainda na luta contra a pobreza (o único país no mundo a conseguir retirar mais de 800 milhões de pessoas do limiar da pobreza em 40 anos, o que contribuiu para reduzir em 70% a pobreza a nível mundial). Com a crise económica desencadeada nos EUA, em 2007 e 2008 (“subprime mortgages”, hipotecas de alto risco), e que afetou posteriormente toda a Europa e o mundo, muitos países Europeus compreenderam que, para impedir a recessão das respetivas economias, não podiam depender exclusivamente da economia dos EUA e deveriam procurar outros mercados (o valor do comércio da Europa com a China já ultrapassou, em 2019, o valor do comércio dos EUA com a Europa). Com a crise do COVID19, a Europa compreendeu que tinha sido excessiva a deslocalização da sua produção para a Ásia, tornando-se muito dependente, em certos produtos, de países como a China. Face a esta realidade é legítimo que os cidadãos portugueses e europeus exijam dos seus governos a capacidade de controlar os setores estratégicos nacionais e colocá-los ao serviço de todos os seus cidadãos.

A ameaça do Embaixador do EUA, deve ser enquadrada no âmbito da guerra comercial que os EUA iniciaram contra a China. Na sua postura demasiado agressiva, isolacionista e egoísta, os EUA impuseram medidas arbitrárias contra a liberdade de comércio e contra concorrentes, sejam eles da China ou da Europa, nomeadamente taxas alfandegárias e punições a empresas americanas e estrangeiras que negoceiem com países ou empresas que os EUA consideram concorrentes e “malignos”. Em setembro, a Organização Mundial do comércio condenou como ilegais as taxas impostas arbitrariamente pelos EUA. Mas se o problema é o investimento chinês em Portugal, é uma pena que os EUA tenham desinvestido no tempo da troika quando mais era necessário (abandonaram a Base das Lages nos Açores). Os EUA não querem concorrer em igualdade de circunstâncias como todos os outros parceiros, mas em situação de vantagem ilegítima nos concursos internacionais para adjudicação de obras públicas em Portugal.

Subsiste a dúvida de o Departamento Americano do Tesouro ter vindo interferir no desenho dos futuros concursos internacionais portugueses, de forma a privilegiar as empresas americanas. Pois nesta entrevista do Embaixador dos EUA ao Expresso (26-09-2020), reconhece que a interferência chega ao ponto de, alterar as regras de forma a prejudicar e excluir empresas concorrentes das americanas, nomeadamente as chinesas: “trabalhámos com os portugueses para olhar para investimentos estrangeiros e o Departamento do Tesouro a trabalhar aqui com os reguladores e com os comités de regulação europeia, para criar guidelines. Acho que agora são mais duros com a China”. Neste contexto se inserem igualmente as ingerências dos EUA nas empresas europeias ou de outras nacionalidades que têm relações com estados e empresas consideradas “malignas”. A China Three Gorges, maior acionista da EDP, e a China Communications Construction Company, o novo acionista da Mota-Engil, estão na longa lista negra do Departamento de Defesa Norte-americano (DOD, de 28 de agosto e pode ser consultada na respetiva plataforma) e são inapropriadamente qualificadas como sendo "companhias militares comunistas chinesas".

Quanto ao investimento chinês, como todos os restantes, também não é inocente, nem meramente benemérito, mas assume-se claramente como um negócio, que deve ser de mútuo interesse, no respeito pelas regras internacionais e na autonomia de negociação das partes. O modelo de ação da China no estrangeiro, tradicionalmente e vem sendo confirmado na atualidade, não pretende impor, reproduzir ou convencer os outros povos a imitarem o sistema de organização política (têm relações diplomáticas e económicas com todos os tipos de governo) ou religiosa chinesa. O Estado Chinês afirma a sua obediência aos princípios da Carta da Organização das Nações Unidas. Os chineses acreditam em Portugal e quiseram demonstrar que a Parceria Estratégica com Portugal estava viva, e foram os únicos (durante a grave Crise da Troica) a investir, onde e na forma desenhada e aceite pelo Governo Português. É ao estado Português que se devem pedir responsabilidades pela venda de setores estratégicos nacionais e essa discussão é independente da nacionalidade do investidor. Quais os setores estratégicos que devem ou não, ser competência do estado, de forma a preservar o serviço público que essas empresas fornecem. Em paralelo, a população portuguesa tem assistido estupefacta à atividade de rapina do fundo abutre dos EUA (Lone Star) no "Novo" Banco, sem que seja criticado pelo Embaixador dos EUA, quando se lhe refere na sua mencionada entrevista.

Por outro lado, se a preocupação dos EUA é a segurança no 5G, eles ainda não foram capazes de apresentar provas de comportamento incorreto da Huawei. Até agora têm sido algumas empresas tecnológicas dos EUA (a Google, a Facebook ,entre outras, a enviar os dados dos clientes, como norma, para o Departamento de Defesa dos EUA) e algumas das agências federais dos EUA que, indevidamente, se especializaram a espiar sistematicamente as conversas telefónicas privadas, não só da população em geral (selecionadas por algoritmos especiais), mas inclusivamente dos líderes mundiais, como das autoridades alemãs (Merkel), Francesas (Macron) entre muitas outras. Os EUA exercem de forma sistemática espionagem económica (para as empresas dos EUA ganharem vantagem em concursos internacionais, nomeadamente europeus). Por outro lado, temos a questão da mentira como precedente de intoxicação da opinião pública como forma de obter vantagem indevida na ação do governo dos EUA, como se passa atualmente com o COVID19, ou quando mentiu a toda a comunidade internacional sobre a existência de armas nucleares no Iraque, para provocar a guerra, a invasão, e a destruição das estruturas do estado iraquiano para facilitar a ocupação do exército e implantação das empresas americanas e controle do petróleo iraquiano.

Pensamos que o concurso para o arrendamento do novo terminal de Sines a ser construído, deverá ser desenhado nos moldes europeus mais exigentes e transparentes, que dê garantias para uma gestão eficiente. O desenvolvimento do grande terminal oceânico (Vasco da Gama) será estratégico para Portugal, e desejamos que seja ganho pela melhor candidatura. Seria conveniente que a empresa vitoriosa deste concurso em Sines, tenha condições para que possa fazer a ligação entre a Península Ibérica, as Europas, as Américas, as Áfricas com as Ásias, em especial a promissora Nova Rota da Seda. Aqui se coloca a urgente ligação à rede ferroviária transeuropeia. Este terminal será importantíssimo para Portugal conquistar uma nova centralidade no comércio internacional, como não temos de há muitos séculos.

Diversificar a origem dos investimentos em Portugal é fundamental, ainda mais na atual crise que mais afeta a Europa e os EUA, pois se entrarem em recessão, deveremos poder apoiar-nos nas relações económicas com países do Oriente. A China já começou a recuperar economicamente e será um dos principais motores do desenvolvimento da economia mundial e o que mais contribuirá para que o PIB per capita mundial não estagne.

Rui Lourido

Presidente da Direção do OC.

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Cultura chinesa presente no Festival Internacional de Cultura de Moçambique

A cultura chinesa esteve presente na primeira edição do Festival Internacional de Cultura organizada este mês pelo Ministério da Cultura e Turismo de Moçambique, disse a Embaixada da China no país africano.

O Festival reuniu vários espetáculos artísticos, venda de livros e outros produtos, apresentações culturais e provas gastronómicas, que contaram com a participação do Instituto Confúcio da Universidade Eduardo Mondlane e dos estudantes moçambicanos que estiveram na China.

Além disso, houve empresas e restaurantes chineses a participar no festival, apresentando caligrafia chinesa, artes marciais, música e dança, e o ritual do chá.

O festival contou com quase 100 stands e atraiu mais de mil visitantes, segundo a Embaixada.

Fonte: forumchinaplp.org.mo (2018). Cultura chinesa presente no Festival Internacional de Cultura de Moçambique [online]
Disponível em: http://www.forumchinaplp.org.mo/mozambican-festival-features-chinese-culture/?lang=pt [Consultado a 18 de Julho de 2018]

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Ano de Portugal na China em 2019


A realização do Ano de Portugal na China será uma das maiores iniciativas da diplomacia cultural de Lisboa no próximo ano. O Ano da China em Portugal vai decorrer em simultâneo. Marcarão 40 anos de relações diplomáticas entre os dois países e 20 anos desde a entrega de Macau.

Está marcada para 2019 a realização dos Anos Culturais China-Portugal, ano em que assinalam 40 anos sobre o retomar oficial das relações diplomáticas entre os dois países e 20 anos sobre a transferência de administração de Macau.

O Ano de Portugal na China faz parte de uma das principais iniciativas da Ação Cultural Externa (ACE) portuguesa – o programa de diplomacia cultural do país iniciado em 2017 em cuja organização se articulam o Ministério da Cultura e o Ministério dos Negócios Estrangeiros do país. 

“Nós temos uma grande ambição em relação à China, e a China é extremamente recetiva, com muita vontade de desenvolver a relação”, disse ao PLATAFORMA o ministro português, indicando também a existência de diretrizes específicas da parte dos parceiros chineses para que a programação inclua iniciativas de intercâmbio na área do património. Em particular, ligadas à memória das relações históricas entre Portugal e China e também das antigas rotas da seda.

“A seda que vem da China é trabalhada aqui, e há o papel da cerâmica da China na nossa história. Temos coleções de cerâmica chinesa de grande qualidade”, lembrou Castro Mendes.

Para além disso, o governante avançou planos para iniciativas na área da dança e do cinema. “Fizemos já uma mostra no ano passado de cinema português em duas cidades da China que teve muito sucesso”, recordou.

“Quer na área patrimonial, quer na área da criatividade e das artes performativas e criativas – também na pintura e certamente na música -, haverá muitas ocasiões de trabalho conjunto com a China”, disse.

O ministro português recordou também a intenção, anunciada em 2014, de Portugal estabelecer um centro cultural do país em Pequim, cuja abertura se esperava inicialmente que ocorresse em 2016. Castro Mendes indicou que a expectativa é que o projeto esteja já encaminhado aquando da realização do Ano de Portugal na China, no próximo ano, mas que será ainda necessário recolher financiamento.

Incluída no programa de 2018 está a exposição, que terá lugar em Macau, sobre as “Chapas Sínicas”, conjunto que documenta a correspondência entre as autoridades portuguesas em Macau e o império chinês no período entre 1693 e 1886, inscrito no ano passado no Registo da Memória do Mundo da UNESCO através de uma candidatura conjunta de Portugal e Macau. Os documentos encontram-se no Arquivo da Torre do Tombo em Lisboa, que organiza a exposição conjuntamente com o Arquivo de Macau. Decorre este ano em Macau, e em 2019 em Portugal.


Fonte:
Plataformamacau.com (2018). Ano de Portugal na China em 2019 [online] Disponível em:http://www.plataformamacau.com/portugal/ano-de-portugal-na-china-em-2019  [Consultado a 06 de Julho de 2018]
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Conferência de Promoção Dongguan em Portugal - AJEPC


Segundo a CCILC - Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa, terá lugar no próximo dia 16 de Julho, uma Conferência de Promoção Dongguan em Portugal, organizada pela Associação de Jovens Empresários Portugal-China (AJEPC) no âmbito da recepção de uma delegação empresarial de Dongguan.
A conferência será no Holiday Inn Lisboa – Continental, sito na Rua Laura Alves 9 em Lisboa.

Entre as 17h e as 17h30, os convidados serão recebidos com um coffee-break de boas-vindas no hall Infante (2º andar) tendo o evento início pelas 17h30.

A composição da delegação de Dongguan que estará a presenta é a seguinte:
  • Sr. Yang Xiaotang, Membro do Comité Permanente do CPC de Dongguan
  • Sr. Fang Jianbo, Vice-Director do Gabinete de Comércio da Cidade de Dongguan
  • Sr. Yang Xiaoyu, Vice-Director do Centro de Promoção do Investimento Estrangeiro em Dongguan
  • Sr. Chen Zhaoyi, Chefe de Seção Adjunto do Gabinete Geral do Governo Popular de Dongguan
  • Sr. Lan Changke, Departamento de Assuntos Gerais do Centro de Promoção do Investimento Estrangeiro em Dongguan
  • Sra. Deng Rushun, Serviço de Apoio ao Expositor do Centro de Exposições e Convenções de Dongguan 
 
Fonte:
 
Ccilc.pt (2018). Conferência de Promoção Dongguan em Portugal - AJEPC [online] Disponível em: http://ccilc.pt/eventos/conferencia-de-promocao-dongguan-em-portugal-ajepc/  [Consultado a 05 de Julho de 2018]
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Descobrir o Oriente de história em história - Oficinas para crianças

No Museu do Oriente, os sábados do mês de Julho convidam à descoberta de experiências, estímulos e histórias, com as oficinas do Serviço Educativo do Museu do Oriente, dirigidas a famílias com crianças até aos 12 anos.

“Caixas, embrulhos e fitas” é a sugestão para dia 7, às 11.30, um ateliê para pais e bebés até aos 12 meses. Caixas de diferentes tamanhos, em papel colorido embrulhadas! O que será que contêm?  Para o seu interior espreitar um laço teremos que desapertar. Que longa fita para puxar! Mistério? Umas caixas estão cheias, outras vazias; de umas surgem cores, de outras sons. No final, qual a maior e qual a menor? Uma actividade desenhada para oferecer estímulos sensoriais e motores, que repete a 24 de Julho

A 14 de Julho (com repetição a 31), a oficina dramatizada “Nuvens douradas!?”, para bebés entre os 12 e os 36 meses, parte de um biombo japonês para nos levar a explorar as nuvens, suas cores e texturas. Parecem algodão, branco e macio mas poderão ter outras cores? Uma mancha, outra mancha e outra ainda… pouco a pouco, veremos surgir nuvens douradas e brilhantes como o sol!

“A minha família” é a oficina para crianças entre os 3 e os 5 anos que ocupa a manhã de sábado, 21 de Julho. Em conjunto, pais e filhos são desafiados a construir a sua árvore genealógica e a fortalecer os laços entre criança e adulto através da partilha de experiências.

Com as suas fascinantes línguas, culturas e tradições, o Oriente é o território a explorar na oficina para famílias “Biombos que revelam encontros!”, a 28 de Julho. Através deles e da imaginação, convidam-se os participantes a rumar ao Japão para descobrirem como foi o encontro entre portugueses e japoneses no século XVI. No final, retratarão a experiência ao construir o seu próprio biombo.

Neste mesmo dia, para crianças entre os 7 e os 12 anos, “A partir de um retrato” é uma oficina de representação que convida a explorar as colecções do museu à luz de temas da História, Arte, Geografia ou Literatura. Girando uma roda do tempo e do espaço, os participantes vão descobrir e reproduzir trajes, poses e cenários de outrora.


Oficina “Caixas, embrulhos e fitas”
7 ou 24 Julho
Horário: 11.30-12.15
Público-alvo: bebés até aos 12 meses, acompanhados por um ou dois adultos
Preço: 4 €/ participante (adulto ou criança)
Participantes: mín. 10, máx. 20

Oficina “Nuvens douradas!?”
14 ou 31 Julho
Horário: 11.30-12.00
Público-alvo: bebés 12-36 meses, acompanhados por um adulto
Preço: 4 €/ participante (adulto ou criança)
Participantes: mín. 10, máx. 20

Oficina “A minha família”
21 Julho
Horário: 11.30-12.30
Público-alvo: 3-5 anos, acompanhadas por um adulto
Preço: 4 €/ participante (adulto ou criança)
Participantes: mín. 10, máx. 20

Oficina “Biombos que revelam encontros!”
28 Julho
Horário: 11.00-12.30
Público-alvo: famílias com crianças maiores de 6 anos
Preço: 4 €/ participante (adulto ou criança)
Participantes: mín. 10, máx. 24

Oficina “A partir de um retrato…”
28 Julho
Horário: 15.00-17.00
Público-alvo: 7-12 anos
Preço: 5 €
Participantes: mín. 8, máx. 15
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ENCONTROS GASTRONÓMICOS MACAENSES

Integrado num projecto inovador, a Casa de Macau vai organizar um conjunto de seis sessões denominadas Encontros Gastronómicos Macaenses, com o intuito de promover e difundir a famosa e apreciada gastronomia macaense.
Cada uma das sessões será orientada por um(a) especialista macaense diferente, que se proporá transmitir os seus conhecimentos nesta arte culinária através da preparação de uma ementa, a que se seguirá a degustação das iguarias macaenses confeccionadas.
O evento terá, em cada sessão, a respetiva cobertura fotográfica feita por um aluno dos cursos de fotografia ministrados na Casa Macau, sendo as biografias dos(as) especialistas, bem como as receitas e as fotografias, divulgadas posteriormente através de uma publicação da Casa de Macau.
Decorrida a 1.ª sessão, com participação assinalável, a 2.ª destes encontros realiza-se já no dia 11 de Julho, 4.ª feira, com início às 18h00 e termo até às 22h00, sendo a sua orientação da responsabilidade da nossa Associada Laura Amaral, e cobertura fotográfica a cargo de Elsa Estrela, aluna de um dos cursos de fotografia.

Preço: Sócios – 25,00 EUR ● Não Sócios – 30,00 EUR
Informações e inscrições junto da Secretaria da Casa de Macau:
218 495 342 / 961 294 676
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“Recepção de Intercâmbio para a Celebração do 15.o Aniversário do Estabelecimento do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau)”






 O Observatório da China teve a honra de participar na “Recepção de Intercâmbio para a Celebração do 15.o Aniversário do Estabelecimento do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau)”, através do Dr. Rui D'Ávila Lourido, Presidente do Observatório da China.

 O evento tomou lugar no dia 21 de Junho, pelas 19:00, no Salão “Pedro Leitão” do Ritz Four Seasons Hotel, em Lisboa, e contou com uma grande afluência de convidados.








 



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Curso de Formação Avançada sobre a relação da China com os Países de Língua Portuguesa


O Observatório da China tem o prazer de se associar à divulgação do Curso de Formação Avançada sobre a relação da China com os Países de Língua Portuguesa, a leccionar na Universidade de Coimbra:

A Universidade de Coimbra (Portugal) acaba de criar um Curso de Formação Avançada sobre a relação da China com os Países de Língua Portuguesa, colmatando a falta de conhecimento existente nesta área. O objetivo é, por isso, explicar o funcionamento dos sistemas políticos, jurídicos e cultura empresarial destes dois mundos e a forma como eles se relacionam, com enfoque para a gestão interculturalrelações comerciaisinvestimento e turismo, fornecendo as ferramentas necessárias para singrar neste contexto. Este intercâmbio é facilitado pelo próprio ambiente de Coimbra, onde estudantes do Mundo Lusófono se cruzam com os muitos chineses que aqui aprendem português, para depois trabalharem nesses países como diplomatas, tradutores ou empresários. 

Os seminários estão organizados por módulos lecionados pelos melhores especialistas nacionais e internacionais da área, garantindo uma diversidade de perspetivas na transmissão do conhecimento. As aulas vão decorrer às sextas-feiras à tarde entre finais de Setembro e Dezembro e entre Fevereiro e Maio, sendo possível frequentar apenas um dos semestres. A mensalidade é de 300 Euros mas são oferecidas algumas bolsas de estudo. Mediante a existência de um número mínimo de interessados, serão organizadas visitas de estudo a instituições relevantes e uma semana internacional na China e/ou num dos Países de Língua Portuguesa. Períodos de estágio em instituições que trabalham sobre o tema também serão facilitados.

Mais informação disponível: aqui


葡萄牙科英布拉大学经济学院新开设了一门高等培训课程该课程的主题是中国与葡萄牙语国家的关系时也涉及与该题相关的欧盟背景知识主要的教学目的是帮助学生理解中国和葡语国家的政治运作法律机制和企业文化。课程将注重于跨文化管理,商业关系资和旅游方面的信息。

科英布拉大学在中国与葡语世界关系之中有着重要的地位大量来自葡语世界的学生和众多来自中国的学生在这里一同学习和流。相信在这样独特的校园背景下,有志在葡语国家开展外交译或企业家事业的中国学生能够充分利用这里的资源优势为将来的事业成功添砖加瓦

们邀请了在中国与葡语世界关系研究领域中最优秀的专业人士来讲该课程。这些专业人士来自不同的国家和地区,必能够为学生提供多样的观点和信息课程中的各项讲座都安排在每周五的下午,秋季学期是在九月底到十二月进行,春季学期是在二月到五月进行。学生可以选择只参加一学期的学习。学费每月300欧元。如果有足够的学生有兴趣参加们也将组织参观一些相关的机构,并在中国和/或一个葡语国家为期一周的国际交流活动。同时们也将帮助学生参加实习或对专项论题进行深入的研究

更多信息这里

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Dia da Casa de Macau

23 de Junho de 2018, a partir das 17 horas
No Sábado, dia 23 de Junho, a Casa de Macau celebra o seu dia com o seguinte programa de comemoração:
17h00 – Missa campal celebrada pelo Senhor Padre Hugo Gonçalves, da Igreja do Campo Grande;
17h45 – Dança chinesa interpretada por um grupo de estudantes chinesas bolseiras da RAEM em Lisboa
18h00 – Chá-Gordo. 
Inscrições e pagamentos até 15 de Junho:
  • 12,00€ por pessoa para sócios com as quotas pagas até 31-05-2018, cônjuges e filhos a cargo (estudantes até aos 25 anos, inclusive).
  • 20,00€ por pessoa para não sócios.
  • Crianças até aos 12 anos inclusive, beneficiam do desconto de 50% do valor correspondente.
Casa de Macau em Portugal_1
Informações e inscrições junto da Secretaria da Casa de Macau:
Tel.: 218 495 342 / Tlm.: 961 294 676
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Gonçalo Lobo Pinheiro vai expor “Macau 5.0” em Portugal


Em Julho, o fotojornalista português Gonçalo Lobo Pinheiro irá expor “Macau 5.0” na livraria Ler Devagar, no LX Factory. A exposição será composta por 50 fotografias a preto e branco em tamanho 30x40cm. 

Ao mesmo tempo, o livro “Macau 5.0” também será oficialmente apresentado em terras lusas, numa pequena sessão de lançamento juntamente com a exposição. A livraria Ler Devagar vai vender, em exclusivo, o livro.


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Sobre Gonçalo Lobo Pinheiro

Gonçalo Lobo Pinheiro é um fotojornalista português radicado em Macau desde 2010. Com uma carreira de 18 anos, o fotojornalista colaborou com diversos jornais e revistas portugueses de onde se destaca A Bola, I, Público ou Correio da Manhã. Igualmente foi fotógrafo oficial da cantora brasileira Daniela Mercury durante seis anos. Vencedor de alguns prémios durante a sua carreira, Gonçalo Lobo Pinheiro também já expôs individual e colectivamente. "Macau 5.0", editado em Setembro de 2015, é o seu primeiro livro de fotografia. Em Macau foi editor, jornalista e fotojornalista do jornal Hoje Macau, director de fotografia da revista CGuide e colaborador de diversas publicações. É o Coordenador de Fotografia da Revista Macau. Abraçou, recentemente, o projecto Plataforma Media, do grupo Global Media.

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Cursos e Workshops Junho

O Observatório da China tem o prazer de se associar à divulgação dos cursos e workshops do Museu do Oriente a ter lugar no próximo mês de Junho:

Workshop de Especiarias
2 de Junho, 14.00-18.00
Preço: 35 € | Participantes: mín. 15, máx. 20
Feng Shui – Iniciação
6, 20, 27 de Junho e 4 de Julho, 15.00-18.00
Preço: 40 € | Participantes: mín. 8
Introdução ao Mindfulness
9, 16 e 23 de Junho, 10.30-12.30
Preço: 60 € | Participantes: mín. 10, máx. 20
Workshop Origami Arquitectónico – Água, Céu, Luz e Sombra
20 de Junho, 15.00-17.00
Preço: 20 € | Participantes: máx. 12 (M/16)
Oficina Alinhavos para Bordar – Sashiko Simples
26 de Junho, 18.00-20.00
Preço: 20 € | Participantes: mín. 10, máx. 15 (M/16)

Um workshop que ensina as diferenças entre as várias especiarias, uma iniciação ao Feng Shui e ao Mindfulness, a exploração da volumetria através do Origami e uma oficina de bordado. A 2 de Junho, no Workshop de Especiarias são dadas a conhecer a sua história, rotas comerciais e usos tradicionais, bem como as aplicações na farmacopeia e culinária, mostrados exemplares de todas as especiarias estudadas. Em quatro sessões, de 6 de Junho a 4 de Julho, o curso de iniciação ao Feng Shui aborda a história desta disciplina e algumas teorias básicas, ensinando ainda alguns procedimentos de aplicação prática. 

Também durante o mês de Junho, em três sessões nos dias 9, 16 e 23, a introdução ao Mindfulness destina-se a quem pretende desenvolver ferramentas para melhor responder a cada situação do quotidiano, aprender a viver e desfrutar de cada momento de forma mais consciente, reduzir o estado de stress e preocupação e aumentar a concentração. Este treino mental que ensina a lidar com pensamentos e emoções é também designado por Atenção Plena e ensina a lidar com o presente, sem focar no passado ou antecipar o futuro. Com resultados cientificamente comprovados, os benefícios sentem-se logo quase de imediato: menos stress, ansiedade e irritabilidade e mais atenção, calma e bem-estar no dia-a-dia.

No dia 20 de junho terá lugar um workshop de exploração da volumetria através do Origami Arquitectónico. O desafio é que os participantes aprendam a cortar e dobrar modelos que criem a ilusão de água que corre, a suspensão de um objecto no ar e a dramatização da volumetria, em jogos de luz e sombra que combinam princípios de construção de origami e kirigami e que permitem, através de uma folha de papel, com cortes e dobragens, transformar um desenho num objecto tridimensional. A 26 de Junho, o workshop Alinhavos para Bordar – Sashiko Simples ensina a aplicação desta técnica japonesa na renovação de roupas, abordando também as suas origens que remontam ao Período Edo (1615-1868).
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[confuciogeral] SAVE THE DATE: Programa de Taichi - 20.Fev. a 24.Mar.2018

O Instituto Confúcio da Universidade de Lisboa
tem o prazer de divulgar o 
PROGRAMA DE TAICHI
Pelo Mestre Wu Dong
20.Fev. a 24.Mar.2017 no Instituto Confúcio
Programas de formação nas modalidades da sua especialização
O programa será enviado brevemente.​
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Curso de Língua e Cultura Chinesa (2017-2018) - Módulo II


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Research Fellow in Middle Period Chinese Intellectual and/or Cultural History

The University of Edinburgh - College of Arts, Humanities and Social Sciences - Classics

We are seeking to appoint a Research Fellow who specialises in Chinese intellectual and/or cultural history, with background in the history of education and classicizing learning in the Tang/Song period. The Research Fellow should have strong interest in exploring and employing cross-cultural approaches to the history of education and empire studies. This post is part of a comparative research project focusing on the Byzantine and middle period Chinese (Tang/Song) empires, titled ‘Classicising learning in medieval imperial systems: Cross-cultural approaches to Byzantine paideia and Tang/Song xue’ (PAIXUE), which is funded by the European Research Council (ERC CoG 726371, 2017–2022) and co-directed by Niels Gaul and Curie Virág. It is therefore essential that the postholder be genuinely interested in engaging with Byzantine learned culture and practices from a comparative vantage point, and willing to develop the requisite skills and methodologies. Research interests in performance studies, social performances (of learning), and medieval ritualised communication, or willingness to engage with these, would be an advantage. The post holder will pursue his/her own research in close cooperation with the project team, and is expected to present the results of his/her work in a scholarly monograph written with a comparative angle and to co-author at least cross-disciplinary article with a Byzantinist team member.
The Research Fellow will become a core member of the small PAIXUE project team that will consist of two Byzantinists and two Sinologists (including the project directors). PAIXUE constitutes the first attempt to study classicising learning and its social, political, and intellectual ramifications systematically and in-depth across two medieval imperial systems, the Byzantine and Tang/Song empires. In addition to advancing each discipline in its own right, one major aim is to integrate these two sophisticated but separate fields in order to develop a more inclusive framework on a specific and well-defined aspect of comparative empire studies and to create a methodology and terminology shareable with other disciplines.
PAIXUE will host three major international conferences, in which the Research Fellow is invited to play an active role.
This is a full time (35 hours per week), fixed term post from August 2018 to July 2021.
Closing date: 5pm (GMT) on Tuesday 14th February 2018.
For further particulars and to apply for this post please click on the 'apply' button below


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