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Ano cultural da China no Brasil

O Ano Cultural da China no Brasil foi realizado entre os meses de Outubro e Dezembro de 2013 de forma itinerante percorrendo cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.


O Ano Cultural da China no Brasil foi realizado entre os meses de Outubro e Dezembro de 2013 de forma itinerante percorrendo cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Apresentou actividades como o balé, a acrobacia, a música, a exibição de filmes, a dança moderna e exposições de fotografias entre as atracções da agenda oficial. A iniciativa foi promovida conjuntamente pelo Ministério da Cultura, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, a Embaixada da República Popular da China, secretarias estaduais e municipais de São Paulo, bem como promotores brasileiros e patrocinadores.
O objectivo, estreitar o intercâmbio e a cooperação cultural além de revelar universos pouco conhecidos destes dois países parceiros que há tempos mantêm relação comercial bastante expressiva. E assim, a partir do desenvolvimento das relações culturais ampliar as colaborações estratégicas globais.

ABERTURA



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Vistos 'gold' portugueses e o investimento chinês

A maioria dos vistos 'gold' atribuídos por Portugal foi emitida por investimento oriundo da China, com Hong Kong e Macau a contribuírem com 20% do total, revelou hoje em Macau o cônsul-geral de Portugal.

Fonte da notícia completa: http://www.noticiasaominuto.com/economia/190183/maioria-de-vistos-gold-portugueses-deriva-de-investimento-da-china
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Curso de Língua Chinesa - Porto

CURSO DE LÍNGUA CHINESA (mandarim)- Nível I

Início: 08 de Abril 
Duração: 40 horas (4 meses)
Local: IEETC Rua da Alegria 1018, Porto 

Inscrições abertas: ieetc@ieetc.com

Mais informações no seguinte enlace:


http://www.ieetc.com/cursochines.htm


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Filosofia Chinesa - Workshop Gratuito



Língua + Filosofia Chinesa: A sabedoria que um Homem Precisa (21 Março, 18.30-19.30h)

Este workshop pretende lançar as bases do pensamento filosófico tradicional Chinês, numa abordagem que tenta aprese
ntar os conceitos fundamentais das três grandes escolas de pensamento Chinês: a escola Confucionista, a escola Budista e a escola Taoísta. O mote surge com o inspirador conto de Tolstoi, "A terra que um homem precisa". Desta vez não falaremos da terra, mas de outra grande ambição humana, o conhecimento.

Condições de participação:

Nº máximo de participantes por sessão: 20 pessoas;

Inscrição: gratuita, mas necessita fazer o pedido via email (para info@prochinese.pt) e receber um email de confirmação.

Duração de cada workshop: 1 hora (os workshops são todos independentes)

Datas:

Sexta 21 Março
• Língua + Filosofia Chinesa: A sabedoria que um Homem Precisa (18.30-19.30)
Sexta 28 Março
• Língua + Magia dos Caracteres Chineses: Um puzzle simbólico para a Humanidade (18.30-19.30)
Sexta 4 Abril
• Língua + Filosofia Chinesa: A sabedoria que um Homem Precisa (18.30-19.30)
Sexta 18 Abril
• Língua + Cerimónia de Chá Chinês: O mundo inteiro num Bule de Chá (18.30-19.30)
Sexta 25 Abril
• Língua + Magia dos Caracteres Chineses: Um puzzle simbólico para a Humanidade (18.30-19.30)
Descrição dos Workshops:
Língua + Cerimónia de Chá Chinês: O mundo inteiro num Bule de Chá
Duração: 1h
Público-alvo: todas as pessoas interessadas no tema.
Objectivos: introdução à Língua chinesa através das expressões associadas à cultura e filosofia do Chá. Passos para a realização do ritual de Chá Chinês e demonstração do mesmo ritual.
Língua + Filosofia Chinesa: A sabedoria que um Homem Precisa
Duração: 1 hora
Público-alvo: todas as pessoas interessadas no tema.
Objectivos: introdução à Língua Chinesa através das expressões associadas às ideias fundamentais do Pensamento Tradicional Chinês. A Filosofia Chinesa como sabedoria universal.
Língua + Magia dos Caracteres Chineses: Um puzzle simbólico para a Humanidade
Duração: 1 hora
Público-alvo: todas as pessoas interessadas no tema.
Objectivos: introdução à Língua chinesa através das expressões associadas à cultura dos Caracteres Chineses. Exercícios de reconhecimento e descoberta dos conceitos por detrás dos Caracteres.

Morada: Avenida Duque de Ávila, nº 25 A, Lisboa

www.prochinese.pt


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Criação de cinco bancos privados na China

Segundo afirma o Jornal Portocanal, as autoridades chinesas pretendem criar cinco entidades financeiras de capital privado, com o objetivo de liberalizar o setor privado do país. As dez empresas privadas, que foram selecionadas, irão estabelecer-se nas cidades de Tianjin e Xangai, e ainda nas províncias de Zhejiang e Cantão.

Fonte: http://portocanal.sapo.pt/noticia/20062/
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A Língua Portuguesa no panorama internacional

Segundo o artigo de opinião de Cátia Miriam Costa, disponibilizado no Jornal Oje, foi publicado recentemente, no blog “Schumpeter”, o artigo “The English Empire”, que noticiava a hegemonia da Língua Inglesa e a sua expansão pelo mundo, ressalvando o facto da mesma ter importância a nível internacional, inclusive no mundo dos negócios. A par destas afirmações surge a questão da Língua Portuguesa e a sua afirmação mundial, na medida em que é a “quarta língua mais falada no mundo, a quinta mais usada na internet e a terceira mais usada nas redes sociais”, falada, igualmente, pelos cinco continentes e ainda adotada como idioma obrigatório em países como a Argentina e o Uruguai, adquirindo também importância em outros países fronteiriços com países lusófonos.  
Atualmente o Português já representa 3,85% do PIB mundial, e prevê-se um maior crescimento. É de ressalvar que a língua é um veículo de aproximação nos negócios, facilita a compreensão da legislação em outros países, que se traduz nos baixos custos que isso implica. Não cabe apenas às grandes instituições como a CPLP a valorização e promoção da Língua Portuguesa, mas também à sociedade civil através da partilha de tecnologia e informação.



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Ópera de Pequim

Fundada em 1962, a famosa Companhia de Ópera de Pequim da cidade de Nanquim, tem sido galardoada com vários prémios nacionais e internacionais, pela sua elevada qualidade e profissionalismo, sendo uma das maiores trupes artísticas chinesas. Esta arte remonta ao século XVIII e o seu estilo é marcado por formas dramáticas, onde se destaca o canto, a dança, o teatro e as artes marciais.
Tivemos o prazer, de receber, o ano passado, esta companhia em várias cidades portuguesas. Ainda que este vídeo não corresponda a nenhuma das atuações ocorridas em Portugal, fica uma pequena amostra do seu grande talento. 



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Nova plataforma aproxima empresas portuguesas do mercado chinês

Uma nova plataforma de interação entre empresas portuguesas e chinesas foi apresentada em Aveiro, no âmbito do CPC Alliance. O China - Portugal Cluster Alliance é um projeto de colaboração entre Portugal e a China, com dois anos de duração, que tem como objetivo principal estreitar as relações dos clusters dos dois países, explorando os mercados e oportunidades.

 
Conta como parceiros, do lado português, a Sociedade Portuguesa de Inovação e a Universidade de Aveiro, através do Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial e envolve, do lado chinês, o próprio Ministério da Ciência e Tecnologia da República Popular da China e o Zhongguancun Haidian Scence Park, um parque de ciência e inovação da região de Pequim.
 
Sara Medina, administradora da Sociedade Portuguesa de Inovação, explicou à Lusa que, no âmbito do projeto, está a ser feito o estudo dos clusters em Portugal e na China, para depois serem definidas as áreas prioritárias para possíveis colaborações.
 
Áreas como a agroalimentar, indústria farmacêutica e novas tecnologias de informação são apontadas entre as que podem obter benefícios das sinergias entre os dois países.
 
"Estamos a desenvolver uma plataforma de colaboração que possibilita a interação direta entre clusters chineses e portugueses, o que permite estreitar as relações, em termos de possíveis parcerias e negociações, também ao nível comercial", revelou.
 
Tendo o grande mercado chinês como horizonte, o conceito de clusters industriais (aglomerações de empresas, fornecedores, prestadores de serviços e organizações associadas de determinado setor), é um elemento facilitador da internacionalização de empresas de pequena e média dimensão.
 
O desafio do projeto, financiado ao abrigo do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) é encontrar "os parceiros certos" na China para o intercâmbio de conhecimento e desenvolvimento de relações comerciais, cabendo à Sociedade Portuguesa de Inovação (que presta consultadoria dirigida para a Ciência, Tecnologia e Inovação e está há 15 anos na China), "fazer a ponte" entre a realidade dos dois países.

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Câmara de Comércio Chinesa em Angola

A Câmara de Comércio Chinesa em Angola criou hoje em Luanda um centro de serviços para assistência legal e apoio logístico às cada vez mais empresas e cidadãos chineses estabelecidos em Angola.


"Atualmente, há pelo menos 500 empresas chinesas a operar em Angola e mais de 100 mil expatriados chineses que trabalham em projetos de reconstrução do pós-guerra, dando um notável contributo para o desenvolvimento socioeconómico do país africano", lê-se na página na Internet da emissora, que cita a agência noticiosa Nova China.

A criação do centro de serviços é justificada pelos "imensos desafios e dificuldades" resultantes da falta de conhecimento da legislação angolana e das "diferenças culturais" entre os dois países, segundo o secretário-geral da Câmara de Comércio, Zhao Hongbing.
A nova estrutura, que cooperará com a Embaixada da China em Luanda, vai ajudar as empresas e cidadãos chineses na obtenção e renovação de vistos, registo de negócios e arbitragem em disputas comerciais.
"Vai ainda, entre outros aspetos, garantir assistência aos expatriados chineses com dificuldades financeiras", acrescenta a CRI.
Angola, assinala a emissora, "expulsa anualmente milhares de imigrantes ilegais, na sua maioria provenientes dos países vizinhos e que vêm à procura de oportunidades de emprego".
Os dois países estabeleceram em 2010 uma parceria estratégica, que começou na passagem à prática do princípio "oil for money", em que às linhas de crédito chinesas correspondem as exportações de petróleo angolano.



A China é atualmente destino de cerca de metade das exportações de crude angolano.
Os efeitos desta parceria estratégica são evidenciados pelo formidável crescimento das trocas comerciais bilaterais, que aumentaram mais de dois mil por cento entre 2002 e 2012, tornando Angola no segundo país lusófono com relações comerciais mais intensas com a China.
As trocas comerciais entre Angola e a China, que cresceram mais de 42 por cento em 2011, atingiram o valor de 37,5 mil milhões de dólares em 2012, um aumento significativo comparativamente a 2002, quando era apenas de 1,8 mil milhões de dólares.
Os números mais recentes das trocas comerciais bilaterais, demonstram que continuam a crescer.
A China concedeu a Angola, com o fim da guerra civil em 2002, apoio financeiro para a reconstrução do país, destruído por um conflito fratricida de cerca de quatro décadas, compensando assim a falhada intenção do Governo angolano de realizar uma conferência internacional de doadores.
Inicialmente baseada em empréstimos monetários, pagos com o petróleo angolano, a cooperação bilateral entre os dois países ficou rapidamente marcada pela presença em Angola de várias empresas chinesas, a investirem nos projetos de reconstrução e de desenvolvimento, sobretudo no setor da construção de edifícios, estradas, pontes, escolas, instalação de fábricas e em outros setores sociais e económicos.
Apesar do número avançado pela CRI relativamente a cidadãos chineses ser apenas de 100 mil, as autoridades estimam que residam em Angola, na realidade, cerca de 260 mil chineses, maioritariamente trabalhadores de empresas chinesas da construção civil.

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Literatura portuguesa em Mandarim




A tradução chinesa do romance de José Saramago "Ensaio sobre a Lucidez", assinada por Fan Weixin, foi lançada hoje em Pequim, numa coleção dedicada aos "Novos Clássicos", que inclui obras de Garcia Marquez, Murakami e outros autores.


Na mesma sessão, realizada no Instituto Cervantes em Pequim, com a participação de dois escritores chineses (Yan Lianke e Ren Xiaowen), foi lançada uma reedição de "Ensaio sobre a Cegueira", traduzida também por Fan Weixin.



"É um marco assinalável na promoção e divulgação da literatura portuguesa junto do público chinês, tornando-a ainda mais internacionalmente conhecida", disse a professora Clara Oliveira, da Universidade de Estudos Estrangeiros de Pequim (Beiwai).
Falando em representação do Embaixador de Portugal na China, Clara Oliveira salientou que o anúncio da sessão na conta da embaixada na rede social Sina Weibo, o Twitter chinês, "suscitou milhares de comentários".
"Isto prova o interesse pela cultura portuguesa e em particular por José Saramago", acrescentou.
"Ensaio sobre a Lucidez" e "Ensaio sobre a Cegueira" fazem parte do catálogo da Thinkingdom Media Group, uma das maiores editoras privadas chinesas, estabelecida em Taiwan, Hong Kong e no continente chinês.
Aquela editora pretende reeditar ainda este ano "Memorial do Convento", traduzido também por Fan Weixin, há 16 anos, e em 2015 tenciona publicar mais dois títulos de Saramago, ainda inéditos na China: "O Cerco da Cidade de Lisboa" e "As Pequenas Memórias".
Em declarações à agência Lusa, Fan Weixin contou que demorou cerca de quatro anos para completar a tradução de "Ensaio sobre a Lucidez": "Traduzia apenas uma ou duas horas por dia, no máximo três. Mantive segredo absoluto sobre a tradução e não pensava na edição. Se um parágrafo era fácil passava à frente, se era difícil traduzia-o logo".
"Foi um passatempo", afirmou o tradutor.
Único autor de língua portuguesa galardoado com o Prémio Nobel da Literatura, Saramago visitou a China por ocasião do lançamento da tradução chinesa de "Memorial do Convento", em 1997, um ano de ter sido distinguido pela Academia Sueca.
Antigo jornalista da secção portuguesa da Rádio Internacional da China, Fan Weixin, 74 anos, fez parte da primeira turma de português criada na Republica Popular da China, em 1960.
Além de repórter e locutor, Fan Weixin traduziu mais de uma dezena de obras de outros autores portugueses e brasileiros, entre os quais Jorge Amado, Erico Veríssimo, Eça de Queiroz, Miguel Torga e Manuel da Fonseca.

Fontehttp://www.noticiasaominuto.com/cultura/186563/traducao-chinesa-de-ensaio-sobre-a-lucidez-lancada-em-pequim#.Ux9AYD9_s1Z
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China já é a maior potência comercial do Mundo


A China tornou-se a maior potência comercial do mundo em 2013, ultrapassando os Estados Unidos da América, disse a imprensa oficial chinesa no fim de semana citando contas da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Em 2013, as exportações e importações da China somaram 4,16 mil milhões de dólares (3,02 mil milhões de euros), cerca de 250.000 milhões de dólares (181.500 milhões de euros) mais do que o comércio externo dos Estados Unidos da América.

As contas já estavam muito próximas em 2012, mas em 2009, no primeiro ano após a última grande crise financeira global, havia uma diferença de 450.000 milhões (326.600 milhões de euros) favorável aos Estados Unidos da América, salientou o China Daily.

A China já é também o maior parceiro comercial de mais de cem países e em 2013, o seu excedente comercial atingiu os 260.000 milhões de dólares (188.700 milhões de euros).



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Centros comerciais portugueses lutam por atrair turistas chineses

O turismo chinês em Portugal está a aumentar de forma significativa, fazendo com que os centros comerciais da capital, Lisboa, promovam iniciativas a fim de atrair esses turistas, cujos gastos quase triplicaram em curto espaço de tempo.
O mais recente evento na atração desta cada vez mais importante fatia do mercado turístico internacional, num momento em que os consumidores portugueses estão em retração, teve como palco o Centro Comercial Amoreiras, “ex-libris” das compras da capital portuguesa.
O evento foi a inauguração de uma exposição da autoria do fotógrafo de Macau Manuel Cardoso, intitulada “Primavera Dourada”, no decurso da qual Nuno Pereira de Sousa, presidente da entidade gestora do centro, o grupo Mundicenter, afirmou que “tendo em conta o elevado número de turistas chineses em Portugal torna-se necessário melhorar os canais de comunicação e a própria mensagem em si.”
A passagem de mais um Ano Novo Lunar foi o pretexto para o centro comercial “juntar-se à celebração, mostrando a importância das relações de mais de 500 anos que unem os dois povos de Portugal e da China.”
Outras iniciativas para atração de turistas chineses foram lançadas por outros centros comerciais, caso do espanhol El Corte Inglês e mesmo na baixa da capital portuguesa é frequente encontrar cartazes em chinês em relojoarias, ourivesarias ou cadeias de luxo, o tipo de loja mais procurado.
Além da decoração do centro comercial com mensagens em chinês, a campanha do grupo Mundicenter para a atração de turistas passa por um inédito guia prático de compras em línguas chinesa e portuguesa.
“Na prática, já existem lojistas com colaboradores oriundos da comunidade chinesa em Portugal, (que) procuram ter os seus produtos e serviços de acordo com o gostos culturais chineses, por isso, lançamos, pela primeira vez, uma brochura em mandarim e que estará à disposição em locais estratégicos”, disse Pereira de Sousa.
Dados provisórios do Banco de Portugal recolhidos pelo jornal PressTUR indicam que os gastos de turistas chineses em Portugal aumentaram 20,25 milhões de euros (+195,7%) de Janeiro a Novembro de 2013, fazendo da China o 8º mercado emissor que mais contribuiu para o aumento das exportações portuguesas de turismo.
A expectativa dos diferentes agentes é que a tendência de aumento se mantenha, como disse ao Jornal de Negócios o embaixador da China em Portugal, Huang Songfu, na assinatura do protocolo com o governo português para facilitar a emissão de vistos para turistas da China.
Os chineses são também claramente quem mais tem aderido aos chamados “vistos dourados”, que conferem autorização de residência aos estrangeiros que invistam mais de 500 mil euros em imobiliário, ou em empresas portuguesas, e que deverão atrair ao país perto de 500 milhões de euros este ano.
Dados da empresa financeira Global Blue revelam que os turistas chineses gastam mais do que quaisquer outros em Portugal, tendo nos nove primeiros meses do ano gasto, em média, 1242 euros por cada compra, quase o dobro do valor registado em 2012.

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'Casa de Portugal' inaugurada na China

Trata-se de um escritório de representação, que servirá para divulgar produtos e projetos de investimento portugueses e que procurará também promover a cultura portuguesa e as relações entre as autarquias dos dois países, precisou o presidente da Liga do Chineses em Portugal, I Ping Chow.

Fonte: http://www.noticiasaominuto.com/economia/186016/casa-de-portugal-inaugurada-na-china-na-proxima-semana#.Ux2suT9_s1Z
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Arte Moderna da China

Estará patente, no Museu do Oriente, entre 12 de Junho a 22 de Julho de 2014,  a pintura moderna chinesa da artista Amanda Tseng.



“Na criação artística, eu e a natureza somos uma só; dou rédea solta à água e à tinta. E o que pretendo é expressar a beleza da tinta na água no seu bailado a dois. Há quem tenha afirmado até com bastante precisão: A água combina com a tinta, à semelhança da harmonia entre o ying e o yang, num equilíbrio perfeito entre o visível e o invisível, magnificamente expresso no shuen, o papel chinês. E, como forma de aperfeiçoar ainda mais o conceito chinês “Qi”, há todo um movimento da água que empurra a tinta, permitindo que a tinta leve a água consigo; na inversa, transporta-a no universo que é o papel, criando uma paisagem que só existe na minha mente.

Amanda Tseng, artista sino-americana, não é uma pintora convencional. Viveu 20 anos nos Estados Unidos totalmente imersa no estilo de vida ocidental. Ali desenvolveu o seu pensamento crítico e a sua energia criativa e foi também ali que adquiriu uma nova perspectiva de vida. Regressada a Taiwan em 2006, Amanda dedicou-se à aguada de tinta-da-china, uma técnica tradicional chinesa, procurando inspiração na natureza e no poder do Qi (a força da vida). Ao contrário dos pintores tradicionais que utilizam esta técnica, Amanda não se limita aos pincéis. Prefere usar o movimento, o fluxo e a tensão da água com vista a transformar a tinta na arte inigualável da paisagem sobre o shuen, papel chinês feito à mão. Este estilo singular de pintura que aplica a técnica do “molhado sobre molhado” é inédito em qualquer forma artística ocidental ou oriental. Pelas mãos de Amanda Tseng, a tradicional pintura chinesa em aguada de tinta-da-china foi projetada a um elevadíssimo patamar.”

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Curso de Língua e Cultura Chinesas

Irá decorrer, entre os dias 3 de Maio e 21 de Junho de 2014, o Curso de Língua e Cultura Chinesas, no Museu do Oriente. As aulas serão lecionadas pela professora Gao Hengyu, e pretende-se que os alunos adquiram fundamentos básicos da língua e cultura chinesas.

CURSO DE LÍNGUA E CULTURA CHINESAS

Fonte: http://www.museudooriente.pt/1920/curso-de-lingua-e-cultura-chinesas.htm
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Arte Contemporânea de Macau

Estará patente, até ao dia 27 de Abril, no Museu do Oriente, em Lisboa uma exposição que marca os 15 anos da transferência da Administração do Território de Macau de Portugal para a República Popular da China. Nos 66 trabalhos que compõem esta mostra pode encontrar-se  uma variedade de estilos e materiais com cada artista a explorar uma expressão distinta. Continuando a herança histórica da cidade, com séculos de diálogo entre o Oriente e o Ocidente, esta exposição reúne artistas até aos 45 anos nas áreas da pintura, escultura, fotografia e vídeo. Febre é uma meditação sobre o território de Macau enquanto exemplo privilegiado de encontros culturais para o século 21. 
A exposição, comissariada por José Drummond apresenta obras de James Chu, Lai Sio Kit, Alice Kok, Nick Tai, Eric Fok, Cau Guo Jie, Fortes Pakeong Sequeira, Coke Wong, Hong Wai, Ann Hoi, Julia Lam, Tong Chong, Peng Yun, Lio Hak Man, João Ó. 
Esta é a segunda vez que a Art For All Society se mostra no Museu do Oriente, numa convergência de energias entre a Fundação Macau e a Fundação Oriente.


Fontehttp://www.museudooriente.pt/1876/febre.htm
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Viagem a Macau

A capa de Maio da Volta ao Mundo, ilustrada por André Carrilho durante uma viagem a Macau, foi considerada a melhor capa de revista portuguesa em 2013.



A irreverência foi uma vez mais premiada. Ao invés de uma imagem convencional, a Volta ao Mundo optou por colocar uma ilustração na capa de Maio e dificilmente poderia ter tido melhores resultados. Às mensagens e manifestações de agrado por parte dos leitores juntou-se agora o prémio de melhor capa de revista do ano, distinção atribuída na quarta edição dos Prémios Design Meios & Publicidade. Uma distinção que muito deve ao talento de André Carrilho. Colaborador habitual da Volta ao Mundo, Evasões e DN, este artista português nascido em 1974 e capaz de brilhar na ilustração, animação ou caricatura, é também colaborador assíduo de prestigiados títulos a nível internacional. The New Yorker, Vanity Fair, New York Magazine ou Harper's Magazine são apenas alguns deles. Além da capa, André Carrilho deu também vida às páginas que acompanharam a reportagem sobre Macau. O texto ficou a cargo do escritor José Luís Peixoto.




Edição de Maio de 2013


Fonte: http://www.voltaaomundo.pt/Portugal/Artigo/vm086463.html
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Cooperação Angola - China

Empresa chinesa Sinohydro constrói nova central eléctrica em Cuito Cuanavale, Angola.



As obras de construção da central eléctrica de Cuito Cuanavale, província do Cuando Cubango, iniciam-se este ano, informou o director para a área de projectos da Empresa Nacional de Electricidade (ENE), Joaquim Boaventura.
Citado pela agência noticiosa Angop, Boaventura informou ainda que o lançamento da primeira pedra no local onde será erguido o empreendimento deverá ter lugar muito em breve, dado terem o projecto sido já aprovado e o respectivo contracto assinado.
A empreitada, a cargo da empresa chinesa SinoHydro Ltd, terão a duração de 18 meses e inclui, além da construção da central eléctrica, a montagem da rede de distribuição de ligações domiciliares de média e baixa tensão.
O obra tem um custo estimado em 40,6 milhões de dólares, repartidos em 18,2 milhões de dólares para a central, 19,9 milhões de dólares para a rede de distribuição sendo a verba restante reservada para contingências e taxas alfandegárias.
A central eléctrica terá uma capacidade de 7,5 megawatts, a serem produzidos por cinco grupos alimentados a gasóleo com 1,5 megawatts cada, a rede de média tensão terá uma extensão de 45 quilómetros e a de baixa tensão 170 quilómetros.

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Macau recebe congresso de engenheiros lusófonos em novembro

Macau vai receber o segundo Congresso de Engenheiros de Língua Portuguesa (CELP), entre 27 e 29 de novembro, disse à agência Lusa António Trindade, da Associação dos Engenheiros de Macau.
Segundo António Trindade, o congresso, que junta também profissionais de engenharia do interior da China, deverá reunir entre 400 e 800 participantes.
"Estamos também a tentar organizar uma exposição sobre a obra do engenheiro Edgar Cardoso, que foi o projetista da primeira ponte de Macau", acrescentou António Trindade.
O programa do CELP será apresentado a 14 de março em Macau, numa sessão que conta com a participação do vice-presidente da Ordem dos Engenheiros de Portugal (OEP), José Vieira.
"O Congresso de Engenheiros de Língua Portuguesa é uma plataforma de diálogo entre os académicos, profissionais e responsáveis máximos pelos investimentos públicos e privados, nas áreas da engenharia, nos países que integram a Comunidade de Língua Portuguesa (CPLP) e Macau, reforçando a cooperação bilateral na promoção do seu desenvolvimento socioeconómico", refere um comunicado da Associação dos Engenheiros de Macau.
O primeiro congresso realizou-se em 2012 em Lisboa, e o terceiro deverá ter lugar em 2016 em Moçambique.

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Festival das Artes em Macau


O Festival de Artes de Macau (FAM) celebra nesta edição 25 anos de existência. Para o jubileu de Prata estão anunciados 31 programas, em 16 locais, e programas de extensão de mais de 200 eventos que se propõem alargar a vida cultural do território, entre os dias 2 de Maio e 8 de Junho, com muita dança, teatro, cinema, espectáculos multimédia e exposições, entre outras manifestações artísticas.
Como anunciou ontem o Presidente do Instituto Cultural, Ung Vai Meng, o Festival, que sempre teve como objectivo “estabelecer uma plataforma para os artistas locais exibirem a sua criatividade”, foi evoluindo e estabelece hoje como grandes metas a “promoção do desenvolvimento artístico local, a disseminação de criações mundiais proeminentes e ainda a promoção da cultura chinesa”.



Na edição deste ano, dos 31 programas metade são produções locais, que se juntam a espectáculos variados vindos do interior da China, Hong Kong, Portugal, Reino Unido, França, Estados Unidos, Canadá, Argentina, Japão e Singapura.
O arranque do FAM, 2014, vai ter lugar no dia 2 de Maio, pelas 19h30, num concerto que junta na Praça do Tap Seac várias elites musicais locais para interpretarem temas Beethoven, Shostakovich, Fauré e Tchaikovsky, sob a batuta do maestro Francis Kan.
Da vasta programação, vale a pena destacar a presença de Carminho, que actua no Grande Auditório do Centro Cultural de Macau, no dia 4 de Maio, pelas 20h. Considerada uma das mais talentosas e inovadoras vozes da sua geração, Carminho viu o seu álbum de estreia, “Fado”, ser nomeado um dos melhores dez álbuns de 2011 pela revista inglesa, Songlines. Em 2012 a jovem fadista gravou com Milton Nascimento, Chico Buarque e Nana Caymmi, tendo um ano depois recebido o Globo de Ouro português para a Melhor Artista a solo e ainda o prémio Carlos Paredes.
Outro dos destaques do FAM vai para a apresentação da peça de teatro “Os venezianos querem ter uma casa”, a mais recente produção do Grupo de Teatro Experimental Pequena Cidade, uma adaptação de Clyboune Park, obra recente do dramaturgo americano Bruce Norris, distinguida com o Prémio de Teatro Pulitzer 2011 e com o Prémio Tony para melhor peça, o espectáculo explora o impacto do desenfreado desenvolvimento urbano. “Os venezianos querem ter uma casa” será apresentado no Teatro D. Pedro V, nos dias 3 e 4 de Maio, pelas 20h.
A dança tem no espectáculo “Dance”, resultante da colaboração da célebre coreógrafa, Lucinda Childs com o compositor Philip Glass e o artista visual Sol LeWitt, um dos seus pontos mais altos. “Dance” sobe o palco do Grande Auditório do Centro Cultural, no dia 18 de Maio pelas 20h. 



Entre as muitas produções locais vale a pena destacar os Dóci Papiaçám que apresentam “Vivo na Únde?” (Casa de Sonho), no CCM, nos dias 10 e 11 de Maio. O tema da peça gira à volta dos problemas da compra de casa. “Como se pode ser um talento se não se consegue comprar uma casa para morar?, pode ler-se na nota descritiva do programa da peça.
O Jubileu de Prata do FAM decorre este ano subordinado ao tema “Impulso”, nas palavras de Ung Vai Meng, “uma metáfora do poder impulsionador das artes, as quais alimentam as emoções e estimulam a criatividade”.
O Programa de extensão oferece ainda ao público de Macau inúmeras actividades como palestras, conversas pós-espectáculos, workshops, actividades para crianças ou ainda actividades para deficientes.
O FAM encerra com um espectáculo de “mapping” arquitectural às Ruínas de S. Paulo, “Um Sonho de Luz”, entre 31 de Maio e 8 de Junho, uma criação da Macau Audiovisual Alpha.
Com organização do Instituo Cultural de Macau, o Festival conta este ano um orçamento de 27 milhões de patacas. Os bilhetes estão disponíveis a partir de dia 16 deste mês.


Fonte: http://hojemacau.com.mo/?p=67783
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Relações China - Cabo Verde

Mário Vicente, delegado de Cabo Verde no Fórum Macau, antevê a concretização de projetos com claros benefícios económicos, assim como o reforçar continuado das relações entre o seu país e a China.


CABOVERDE


“O Fórum Macau, enquanto mecanismo complementar às relações entre a China e os Países de Língua Portuguesa, tem vindo a cumprir o seu papel na promoção da imagem e das oportunidades de negócios dos diferentes países que nele participam.” Mário Vicente, delegado de Cabo Verde junto do Secretariado Permanente do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Macau), faz uma avaliação positiva, dando especial relevo aos contatos promovidos pelo Fórum no Interior da China, em diversas ações de contacto com instituições públicas e privadas.
O seu país não é um colosso económico como Angola e Brasil, mas possui muitos atrativos. “Cabo Verde, sendo um país de pequena dimensão (territorial e do próprio mercado), tem procurado aproveitar esta plataforma para, por um lado, promover o país nas várias províncias da China através das atividades do Fórum, mas também através de ações coordenadas a partir da nossa Embaixada em Pequim, com vista a dar a conhecer as potencialidades de investimentos no nosso país, com base nas vantagens competitivas e comparativas. Refiro-me, nomeadamente, à localização geopolítica estratégica, à estabilidade política, económica e social, e às excelentes condições para o investimento externo. É preciso também dizer que Cabo Verde tem condições especiais de acesso a mercados como a CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados Africanos do Oeste), a Parceria Especial com a União Europeia, e o projeto AGOA (African Growth and Opportunity Act), com Estados Unidos e Canadá.”
O delegado assume que Cabo Verde é praticamente desconhecido no mundo empresarial chinês e que, por isso, o Fórum tem servido antes de mais para dar a conhecer o país e descobrir parceiros de cooperação privada na China.

Ver notícia completa em: http://www.revistamacau.com/2014/02/15/futuro-e-visto-com-confianca-e-optimismo/
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Chineses são os que mais pagam pelos sapatos portugueses

Seis milhões de euros foi o montante alcançado pelas exportações diretas da indústria portuguesa de calçado para o mercado chinês no ano passado. De acordo com os dados avançados pelo Diário de Notícias (DN), a China paga, em média, 32 euros por cada par de sapatos ‘made in Portugal’, quase tanto como pelos italianos.



Portugal é o sétimo fornecedor de calçado da China. Ao todo, conta o Diário de Notícias (DN), as exportações diretas de sapatos portugueses para este gigante asiático ultrapassaram os seus milhões de euros.

Contudo, este valor cresce se somadas as exportações indiretas, estimando-se um encaixe de 20 milhões de euros no ano passado.
Além de comprador em grandes quantidades, a China assume-se como o consumidor que mais paga pelos sapatos portugueses. Se em média cada par custa os 23 euros, para os chineses o preço eleva-se para os 32 euros, apenas menos três euros do preço praticado por Itália, país número um no setor.
Entre 1974 e 2012, o número de empresas de calçado em Portugal cresceu de 673 para 1.354, assim como o número de trabalhadores no setor, que passou de 15.299 para 35.355. Os níveis de produção também aumentaram nestes últimos 32 anos, tendo sido fabricados 74.154 pares de sapatos em 2012, contra os 15.000 de 1974.

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Conferência "Mercados e Oportunidades: Portugal-China"

A 11 de março, entre as 16h00 e as 19h00, decorre no Anfiteatro do Departamento de Engenharia Mecânica, o seminário sobre Portugal-China, "Cluster Alliance" no âmbito do projeto CPC Alliance, intitulado: "Mercados e Oportunidades: Portugal-China".
CPC Alliance é um projeto que promove a colaboração entre os clusters de Portugal e China. No evento será apresentada uma plataforma de apoio às empresas e serão discutidos casos de sucesso de colaboração com a China.
O evento é organizado pelo Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial e pela Sociedade Portuguesa de Inovação.  
A participação é gratuita, sujeita a inscrição até 6 de março, através do link:

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Uma parceria estratégica com potencial para explorar em pleno

Parceiros estratégicos, desde a primeira hora, nos bons e maus momentos. A União Europeia (UE) e Macau celebraram os 20 anos de uma relação “muito produtiva”, mas ainda com margem, e sobretudo potencial, para explorar. No horizonte, perfilam-se “grandes possibilidades” passíveis de levar a cooperação a galgar as áreas tradicionais e a abraçar novas como o ambiente




Do comércio ao investimento, passando pela cooperação em áreas como o Direito e Tradução, a União Europeia (UE) e Macau têm vindo a trilhar um caminho lado a lado desde que se uniram numa estratégica parceria há duas décadas. No futuro, além de a reforçar, ficou a vontade mútua de a alargar, com Bruxelas a abrir a porta à colaboração no plano da formação e da transferência de tecnologia ao nível do ambiente.
A intenção foi manifestada no quadro das celebrações do 20.º aniversário do Acordo de Comércio e Cooperação entre a UE e Macau, assinalado a 23 de Novembro de 2013, com a presença do presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, o qual testemunhou a instituição formal da Câmara do Comércio Europeia de Macau e a assinatura do Acordo Horizontal de Serviços Aéreos entre o bloco dos 28 e Macau.
Firmado em 1992, o Acordo de Comércio e Cooperação, que entrou em vigor no ano seguinte, surgiu no período de transição entre a Declaração Conjunta acordada entre a China e Portugal (1987) e a transferência do exercício de soberania (1999), como contextualizou Durão Barroso, à época ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, para realçar a parceria “de primeira hora”, patente não só nos bons, mas também nos maus momentos.
“Esta celebração é uma oportunidade para recuar e para olhar, ao mesmo tempo, em frente com o objectivo de alargar e reforçar a nossa parceria”, afirmou Durão Barroso, no seu discurso, alinhado com o Chefe do Executivo de Macau, Chui Sai On. “Estamos muito satisfeitos por ver as nossas conquistas ao nível do comércio e cooperação e vamos continuar a trabalhar com a UE para alcançar os nossos objectivos e metas no futuro”, disse, qualificando o bloco como parceiro “estratégico” e de “longa data”.
Já Durão Barroso quer ir mais longe. “Nos próximos anos, acredito que precisamos de fortalecer ainda mais esta já profícua relação, explorando plenamente o seu potencial para um maior investimento, comércio, cooperação e crescimento mútuos”, desafiou, observando que, desde o Acordo, os “crescentes laços económicos têm acrescentado uma importante dimensão a uma já de si antiga e rica relação”. E, na vertente económica, como assinalou Chui Sai On, a UE e Macau têm testemunhado “um rápido crescimento no comércio bilateral”. Os números atestam-no: actualmente, a UE constitui o segundo principal mercado das importações de Macau – a seguir ao Interior da China – e o quarto para as exportações do território.
Em 2012, as trocas comerciais, cujo ritmo tem seguido em crescendo nos últimos três anos, atingiram os 511 milhões de euros (5,5 mil milhões de patacas), como, aliás, destacou Durão Barroso, constatando com satisfação a prosperidade do território, que havia visitado pela última vez em 2005, já na qualidade de presidente da Comissão Europeia.

A “câmara das câmaras”
Apesar de o bloco europeu e Macau colherem já os frutos da sua relação comercial, abre-se uma nova janela de oportunidades de negócio com a criação da Câmara de Comércio Europeia de Macau, denominada de “a câmara das câmaras” por Durão Barroso. “O facto de seis câmaras de países da UE [França, Alemanha, Irlanda, Portugal, Roménia e Reino Unido] se terem juntado é também um testemunho claro da duração e – crescente – empenho da UE e das suas empresas em Macau”, afirmou.
A instituição desta Câmara é o “claro reflexo da filosofia que sustenta a UE” de que “a soma é maior do que as suas partes”, disse Durão Barroso, para quem as empresas dos agora 28 “têm também muito a oferecer em áreas importantes como materiais de construção sustentáveis, tecnologias e construção”, estando já presentes no território em ramos que vão muito além dos vinhos e bebidas espirituosas ou dos bens de luxo.
Na perspectiva de Durão Barroso, hoje “as empresas da UE estabelecidas em Macau reconhecem a localização e oportunidades estratégicas que Macau oferece, à semelhança dos comerciantes portugueses que aqui se instalaram em 1557”, partilhando “uma característica comum”: “O reconhecimento do papel que a Ásia, incluindo Macau, tem como um mercado de expansão da Europa”.
Em paralelo, atendendo às aspirações de Macau de se tornar num centro de lazer com baixas emissões de carbono, “acredito que as empresas da UE são candidatas ideais a fazerem parte do impressionante desenvolvimento da construção”, avaliou. Permitir a sua participação – eventualmente em parceria com companhias locais – “traria ganhos” para ambos e para o meio ambiente, sendo que, frisou, “a vasta experiência e competitividade das empresas da UE neste domínio pode também garantir a melhor relação custo/benefício”.
Identificando o ambiente como uma área com potencial para explorar, o presidente da Comissão Europeia perspectivou a cooperação entre Bruxelas e Macau neste sentido. “Estamos precisamente a lançar, também no quadro da chamada parceria para a urbanização, muitas ações. Até porque Macau tem interesse, dada a sua grande densidade populacional, em desenvolver a sua eficiência energética e programas amigos do ambiente, vamos também colaborar aí”, adiantou, referindo especificamente a disponibilidade ao nível do “intercâmbio de formação, mas também da transferência de tecnologia”. Aludindo à “frutífera cooperação” entre a UE e Macau, nomeadamente nos programas de cultura e educação, Chui Sai On também assinalou os resultados da abertura de novas áreas, elencando, além do ambiente, os serviços aéreos e as indústrias criativas e mesmo a colaboração no combate ao tráfico humano.
A UE e Macau dispõem já de uma série de instrumentos ao serviço da cooperação, nomeadamente ao nível do Direito – área em que colaboram desde 2002 sob o chapéu do Programa de Cooperação na Área Jurídica –, no domínio académico e da formação de intérpretes e tradutores. Contudo, segundo antevê Durão Barroso, afiguram-se “grandes” as possibilidades para o futuro.

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3 março - GALA DE SOLIDARIEDADE SEM FRONTEIRAS - Cinema São Jorge - 21h

O Observatório da China gostaria do vos relembrar que irá realizar-se, no próximo dia 3 de março, segunda-feira, a GALA DE SOLIDARIEDADE SEM FRONTEIRAS, no cinema S. Jorge, às 21h. O nosso apoio insere-se na tradição do OC de sensibilidade para com as diferentes crises que avassalam o mundo lusófono ou a China, como no caso da catástrofe ocorrida aquando do tremor de terra Sichuan (2008). Nessa ocasião abrimos uma conta de solidariedade com as respetivas vítimas, para a qual mobilizamos sete outras instituições.
A Gala é dirigida pela Associação Cabo-verdiana “Gabinete de Apoio à Crise” e a verba da bilheteira reverte para apoio das crianças carenciadas do agrupamento escolar Miguel Torga (na Amadora, selecionada pelo ministério da educação) pela grande concentração de crianças lusófonas. O apoio será disponibilizado para reforço alimentar, de vestuário e de material escolar desses alunos.
Para além do Observatório da China, a Gala tem o apoio da Embaixada da República de Cabo Verde, CPLP, Câmara Municipal de Lisboa, UCCLA, Associação das Comunidades Cabo-verdianas na Europa, Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares do Ministério da Educação, RTP e RDP África, TACV - Cabo Verde Airlines e Logistel. A Gala terá a participação de artistas do mundo lusófono, nomeadamente: Chalo Correia, Couple Coffé (Luanda Cozetti e Norton), Ceuzany, David Cruz, TLDreams, Heitor Sampaio, Mingo Rangel, Helder Moutinho, Gapa, Ana Firmino e Cao Bei.
Gostaríamos de contar com a vossa presença.




ou na bilheteira do Cinema São Jorge
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China investe US$ 2,6 bilhões para proteger principais fontes de rios

A China investirá 16 bilhões de yuans (US$ 2,6 bilhões) para proteger Sanjiangyuan, berço dos rios Yangtze, Amarelo e Lancang, na Província de Qinghai, no noroeste da China.
A segunda fase da proteção e restauração ecológicas de Sanjiangyuan foi iniciada oficialmente.
De acordo com o plano de proteção, a área de restauração será expandida para 395.000 quilômetros quadrados, ou 54,6% da área total de Qinghai.
Mesmo que a primeira fase tenha obtido melhorias óbvias, a erosão ecológica geral da área não foi fundamentalmente controlada, disse Du Ying, vice-diretor da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma.
A segunda fase envolverá a proteção do meio ambiente, melhoria de vida do povo e desenvolvimento coordenado de economia, sociedade e cultura, afirmou Li Xiaonan, funcionário responsável pelo projeto de Sanjiangyuan de Qinghai.
Com uma altitude média de 4.000 metros, a região de Sanjiangyuan vem sendo um paraíso para vaqueiros, animais selvagens raros como o antílope tibetano e ervas médicas como o lótus da neve tibetano.
No entanto, o aquecimento global e atividades humanas surgidos desde o final do último século levaram à deterioração do ambiente natural, contração de pantanais, diminuição de níveis de água em lagos e de fluxos de água em nascentes de rios, além de aumento da desertificação.
Com os esforços significativos de proteção desde 2000, a taxa de cobertura de floresta em Sanjiangyuan cresceu de 3,2% em 2004 para 4,8% em 2012.
O novo plano busca aumentar a taxa para 5,5% até 2020.

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Robô chinês estuda fundo marinho do Oceano Índico

A China usou um robô submarino de produção nacional para estudar sulfureto polimetálico no sudoeste do Oceano Índico, anunciou a Administração Estatal dos Assuntos Marítimos.
Os cientistas a bordo do navio de pesquisa oceânica "Dayang-1" operaram de forma remota o veículo submarino não tripulado "Hailong" em cinco ocasiões entre o fim de janeiro e o início de fevereiro, com uma das cinco tentativas fracassando.
Os pesquisadores descobriram sulfureto em mais locais da área de exploração contratada à China e adquiriram um novo conhecimento das características da zona de carbonato, segundo a administração.
Esta informação detalhada é importante para a futura pesquisa do país na área de contrato para a exploração de sulfureto polimetálico, destacou a entidade.
O sulfureto hidrotérmico é um tipo de depósito no fundo do mar que contém cobre, zinco e metais preciosos, como ouro e prata. Estes metais formaram sulfuretos depois de reagirem quimicamente e passaram a depositar-se no fundo do mar em forma de "ventilações de chaminés".
Graças à ajuda do Hailong, os cientistas conseguiram observar essas formações, assim como camarões e peixes cegos e outras espécies nas zonas hidrotérmicas. Além disso, o veículo extraiu um tubo com amostras de água.
O cientista-chefe da expedição, Tao Chunhui, disse que o posicionamento de alta precisão, o controle em tempo real, a observação, a fotografia e o recolhimento de amostras desta tarefa não poderiam ser completados com os métodos convencionais de pesquisa.

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China abre sua quarta base de pesquisa antártica

A China abriu sua quarta base de pesquisa antártica, anunciou em Beijing, a Administração Estatal dos Assuntos Marítimos.
A nova estação, Taishan, está localizada entre as estações Zhongshan e Kunlun, a uma altitude de 2, 6 mil metros, podendo acomodar até 20 pessoas durante o verão da Antártida e é equipada com uma pista de decolagem para aviões de asas fixas especialmente projetados para condições de neve e gelo.
A primeira expedição antártica da China, em 1984, abriu o caminho para o estabelecimento dos quatro centros de pesquisa no continente: o Grande Muralha, o Zhongshan, o Kunlun e agora, o Taishan. A primeira estação, a Grande Muralha, foi aberta em 1985.
A estação Taishan deverá operar nos próximos 15 anos.

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EXPOSIÇÃO “PRIMAVERA DOURADA” CHINESA NO AMOREIRAS

Será inaugurada, a 28 de fevereiro, no Amoreiras Shopping Center a exposição "Primavera Dourada", de Manuel Cardoso.




A “Primavera” é uma palavra que os chineses dão grande valor simbólico e é tema de decoração em ocasiões especiais, em tons de vermelho e ouro. Tem um simbolismo na cultura milenar chinesa que representa não só uma agradável estação do ano, mas essencialmente o Ano Novo Lunar, um ciclo de renascimento e de felicidade, muito comemorados na Ásia, em especial no espaço da Grande China, junto das comunidades chinesas ultramarinas e num ambiente anual de reunião familiar.
“Primavera Dourada” é dedicada ao público em geral, integrando uma componente artística e também pedagógica, ao revelar a beleza da cultura chinesa traduzida pela camara fotográfica do autor, no Oriente. Os visitantes da exposição de Manuel Cardoso vão poder encontrar fotografias que nos transportam para um ambiente cultural verdadeiramente mágico, proporcionando uma importante reflexão desta cultura milenar associada a este conjunto de documentos visuais únicos.
A exposição, composta por 30 fotografias impressas, estará patente até 20 de Março, no Átrio da Escadaria Central, piso 2 do Amoreiras Shopping Center.

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Relações sino-europeias terão melhor desenvolvimento, afirma livro azul chinês

A Academia de Ciências Sociais da China publicou nesta quinta-feira (27) um livro azul, afirmando que as relações sino-europeias terão um melhor desenvolvimento ao longo da próxima década.
O documento faz uma retrospectiva sobre o desenvolvimento das relações entre a China e a Europa entre o período de 2003 a 2013. O livro aponta que no futuro, a base e a prioridade do relacionamento bilateral são cooperações na área econômica e comercial, sugerindo que a China e a Europa deverão promover em conjunto normas justas e razoáveis do comércio e investimento global. Além disso, o documento acrescenta que as duas partes terão mais possibilidades de cooperação em áreas de defesa, tecnologia espacial e proteção ambiental.
(tradução: Shi Liang  revisão: João Pimenta)

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