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O Observatório da China vem divulgar o colóquio Portugal-China, a decorrer no dia 3 de junho, entre as 9h30 e as 13h00 na Sala do Senado da Assembleia da República.



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O Observatório da China associa-se à divulgação do Seminário Permanente de Estudos sobre Macau - Presença de Camões em Macau: Tradição e Historicidade, que irá decorrer dia 3 de junho, pelas 18h00, na faculdade de Ciências Sociais e Humanas.




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Seminário Permanente de Estudos sobre Macau

No  próximo dia 30 de Maio irá decorrer mais uma sessão do Seminário Permanente de Estudos sobre Macau, que estará a cargo da investigadora Ana Catarina Leite (FCSH-NOVA). Como informa o poster em anexo:
Visionamento do Filme Isabella (17.30h) e às 19 horas a Palestra "Representar Macau no Cinema Contemporâneo de Hong Kong: Uma Leitura de Isabella, de Pang Cheung-Ho".
Poderão optar por assistir apenas ao filme ou apenas à palestra, ou a ambos.

30 de Maio

Anfiteatro 002, piso -1, torre A (no recinto principal da FCSH, Av. de Berna, n. 26).


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Espetáculo - Delegação Cultural e Artística do Instituto Politécnico de Macau

O Observatório da China pretende divulgar o evento promovido pela Delegação Cultural e Artística do Instituto Politécnico de Macau, a decorrer no dia 22 de maio, quinta-feira, na Aula Magna da Universidade de Lisboa. O espetáculo é de livre acesso e no final serão sorteadas duas viagens à China. 

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Presidente da República Portuguesa de visita à China

Na sequência da visita do Exmo. Senhor Presidente da República à China, a Televisão de Pequim (BTV) irá transmitir, entre os dias 16 de 18 de maio, um documentário de três episódios sobre Portugal. A série, realizada em Setembro 2013, será transmitida no canal televisivo Notícias de Pequim pelas 9h10, hora local (2h10 em Portugal), podendo também ser visualizada na Internet no sítio http://itv.brtn.cn/live?channel_id=83&cvod=1&time=0
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Orquestra Infanto-juvenil de Cantão em Portugal

Realizou-se no passado dia 6 de maio, no Grande Auditório do Conservatório de Música de Coimbra, o espetáculo da Orquestra Infanto-juvenil de Cantão (Dongchuan Road Primary School Wind Band), que contou com o apoio do Observatório da China, Câmara de Cooperação e Desenvolvimento Portugal-China, UCCLA, Conservatório de Música de Coimbra e a Universidade de Coimbra. O OC, representado pelo Presidente Rui Lourido, recebeu a comitiva de Cantão, em Lisboa.







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Seminário sobre 35 anos das relações Portugal-China acontece em Beijing

Foi realizado ontem (15) na Universidade de Economia e Negócios Internacionais da China (UIBE, sigla em inglês) um seminário sobre os 35 anos das relações diplomáticas entre Portugal e China e as potencialidades futuras.
Rui Lourido, presidente da organização portuguesa Observatório da China proferiu um discurso no evento, dizendo que a cooperação entre a China e Portugal deverá ser duradoura e do tipo Win-Win. Na opinião dele, a entrada do capital chinês no setor energético de Portugal ajuda o país a sair do apoio financeiro da União Européia e do FMI. Para Lourido, a China desempenha um papel importante para ajudar Portugal a sair da crise financeira. Por outro lado, o investimento da China na Europa deixou o país asiático menos dependente do dólar, o que é favorável para o desenvolvimento econômico e a estabilidade nacional.
Na ocasião, Jin Guoping, diretor do Centro de Estudos de Macau do Instituto de Sinologia de Portugal, enfatizou o papel de Macau para os intercâmbios bilaterais. Ele espera que China e Portugal fortaleçam as cooperações técnicas. Para ele, a UE deve liberar a censura técnica para a China, deixando o país participar da construção de ferrovias de alta velocidade em Portugal. Ele acredita que a ação possa elevar o desenvolvimento das relações bilaterais entre os dois país para um novo patamar.

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OC acompanha Visita de Estado à China

O Observatório da China, representado pelo Presidente Dr. Rui Lourido, foi convidado a acompanhar a Visita de Estado à China e a integrar a comitiva do Senhor Presidente da República de Portugal, Aníbal Cavaco Silva, que está a decorrer de 12 a 19 de Maio.
Com o objetivo de ampliar o impacto cultural e académico, o Observatório organiza conjuntamente com várias Universidades e a Academia de Ciências Sociais da China, várias conferências e palestras alusivas aos 35 anos do Estabelecimento das Relações Portugal-China.


Beijing:

Dia 15, 9h30 – 12h00:
O Dr. Lourido participará no “Colóquio sobre os 35 anos de Relações Diplomáticas Portugal – China e potencialidades futuras”, organizado conjuntamente com o Centro para o Estudo dos Países de Língua Portuguesa (dirigido pelo Prof. Catedrático Wang Cheng’an, da Beijing University of International Business and Economics Studies -Vice-Presidente do China Institute for WTO -  Ex. Secretário Geral do Fórum Macau) e com a participação do Centro para o Estudo das Relações China Ocidente, dirigido pelo Prof. catedrático Jin Guoping da Universidade de Línguas Estrangeiras de Beijing, nosso associado. O reitor da UIBE confirmou a sua presença e através do CEPLP irá organizar uma cerimónia para a assinatura do Protocolo de colaboração com o Observatório da China.


Macau:
Contatos com a Direção do Instituto Cultural de Macau, bem como com os gestores do Festival de Macau e da Orquestra de Macau.
 No dia 19 de manhã o Dr. Rui Lourido, dará uma palestra na Universidade de Macau, organizada pelo Departamento de Estudos Portugueses.

Cantão (20 a 23 de Maio):

Depois de Macau o Presidente do OC seguirá para Cantão, onde será recebido pelo Vice-Mayor do Governo de Guangzhou (nomeadamente ultimará a contratação da vinda da Ópera de Cantão a Portugal). O será recebido pela Academia de Ciências Sociais de Cantão, onde o Prof. Rui Lourido, fará uma palestra sobre as relações Portugal – China, dimensão histórica e potencialidades futuras.






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Orquestra Infanto-juvenil de Cantão, China em Coimbra - 6 de Maio de 2014

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Governo prepara novo acordo de cooperação com a China na área da ciência


No ano passado, Portugal e China já tinham assinado um primeiro protocolo na área da ciência que “significou a criação de um centro de inovação na China em materiais avançados chinês e português”, recordou Nuno Crato, à margem da assinatura do memorando de entendimento entre a portuguesa Tekever e a Shanghai Engineering Center for Microsatellites. “E iremos agora, na visita presidencial (à China), assinar um novo acordo de cooperação científica agora na área marítima”, adiantou o ministro da Educação, acrescentando que “a cooperação com a China é fundamental para o nosso país”.   Quanto à parceria entre a Tekever e a empresa chinesa, Nuno Crato é de opinião que este é “um acordo paradigmático do que temos na ciência portuguesa, na tecnologia e na indústria portuguesa”.   Também Paulo Portas, vice-primeiro ministro presente no evento, referiu que “Portugal é capaz de exportar tecnologias altamente sofisticadas e estamos a exportar cada vez mais produtos tecnológicos e cada vez mais para países não europeus”.   E este cenário “é um sinal do que deve ser o pós troika”, concluiu o governante.



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Academia Luís Figo na China em Pequim

A academia chinesa de futebol com o nome do antigo capitão da seleção portuguesa Luís Figo inicia a atividade no próximo sábado em Pequim, primeira etapa de um programa de formação que irá estender-se a dez cidades chinesas.

Fonte:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=697022
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Investimento direto estrangeiro na China aumentou 5,5% para 22.800ME no 1.º T

 O investimento direto estrangeiro na China atingiu os 31.549 milhões de dólares (22.800 milhões de euros) no primeiro trimestre, mais 5,5% do que no mesmo período do ano passado.
Apesar da subida, em março o investimento direto estrangeiro caiu 1,5% face ao mesmo mês de 2013.
No primeiro trimestre os investidores estrangeiros mostraram-se especialmente interessados nas atividades relacionadas com o setor dos serviços e da agricultura, que aumentaram 20,1 e 32,2%, respetivamente, enquanto o investimento na indústria seguiu a sua tendência de queda ao diminuir 11,7%.
Segundo a zona de origem do investimento, as empresas do sudeste asiático aumentaram a sua atividade em 7,9% com a Coreia do Sul a registar um aumento de 162,13%.
Em sentido negativo seguiam os investimentos das empresas japonesas com uma queda de 47%, da União Europeia, a descerem 24,5% e dos Estados Unidos, com uma queda de 2%.

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China tem 440 Institutos Confúcio em todo o mundo

A China já estabeleceu 440 Institutos Confúcio e 646 Salas de Aula Confúcio em 120 países e regiões do mundo, segundo o Livro Azul sobre o Desenvolvimento Cultural da China para 2013. De acordo com o documento divulgado hoje (17) em Beijing, os Institutos Confúcio são um marco cultural que apoia a divulgação da língua chinesa.
O relatório, que foi elaborado pela Universidade de Hubei e pela Editora da Academia das Ciências Sociais, revela ainda que o rápido crescimento dos Institutos Confúcio ultrapassou outros institutos internacionais de promoção linguística.
Entre 2010 e 2013, o número dos Institutos Confúcio aumentou a um ritmo de cerca de entre 30 e 40 por ano. Segundo dados divulgados no site da Mídia Cultural da China, cerca de 100 milhões de estrangeiros estudaram mandarim em 2010 e o número atingiu 150 milhões em 2013. O relatório considera que, embora seja difícil obter dados precisos, o número aumenta de ano para ano.

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Lançamento | Portugal-China: 500 anos | 22 abr. | 18h00 | BNP

O Observatório da China apoia a divulgação do lançamento do livro Portugal-China 500 anos, a realizar-se no dia 22 de abril, pelas 18h00, nas instalações da Biblioteca Nacional de Portugal.


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Lançamento do livro Império Nuclear. A Era Pós-Fukushima

O Observatório da China pretende divulgar o convite para o lançamento do livro Império Nuclear. A Era Pós-Fukushima, no dia 23 de abril, às 18h30, na Sala do Arquivo do Paços do Concelho.




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Curso de Cinema Chinês

O Observatório da China associa-se à divulgação do Curso de Cinema Chinês, que irá decorrer no Instituto Oriental da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa, entre 3 de Maio a 5 de Julho de 2014 (10 sessões), lecionado pela Professora Ana Catarina Leite. 

Este curso tem por objetivo o estudo do cinema no mundo chinês em várias vertentes e irá principalmente adotar uma perspetiva sociocultural, não só tomando em conta os próprios textos cinematográficos como também o meio e as sociedades em que se inserem. Na primeira parte, far-se-á uma abordagem cronológica, acompanhando o desenvolvimento do cinema da China continental desde a sua origem até à atualidade. 

Uma abordagem temática na segunda parte permitirá a análise de vários aspetos específicos como os géneros populares do cinema chinês e o cinema sobre o mundo chinês por realizadores estrangeiros. Esta parte também permitirá focar regiões como Taiwan, Hong Kong e a diáspora chinesa. Será apresentado, sempre que possível, um filme inteiro por sessão, com legendas em português ou inglês, e ainda ‘clipes’ de filmes e outros materiais audiovisuais. 

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O sismoscópio de Zhang


É verdade: a nossa tendência é pensar que os povos antigos eram incapazes de alcançar resultados tecnológicos digno de nota, algo que achamos ser um exclusivo da nossa sociedade.
O sismógrafo, por exemplo.
O primeiro sismógrafo moderno foi inventado em 1703 pelo físico francês Jean de Hautefeuille.
O dispositivo, deu aos cientistas a capacidade de medir com precisão a intensidade de terramotos e as suas dinâmicas.
No entanto, aquela de Hautefeuille foi apenas uma re-invenção, dado que um mecanismo semelhante já tinha sido inventado 17 séculos antes, graças ao génio de Zhang Heng, astrónomo, matemático, engenheiro, geógrafo e inventor que viveu entre 78 e 139 d.C.
Obviamente, os antigos chineses não sabiam que os terramotos eram causados pelo movimento das placas tectónicas da crusta terrestre. Acreditavam que os tremores de terra fossem o resultado de um desequilíbrio cósmico do yin e yang, causado pelos maus actos cometidos pela dinastia reinante na época.
Por esta razão, era importante para os líderes chineses estar cientes de todos os terramotos que ocorressem durante o reinado.
Zhang Heng desenvolveu o primeiro dispositivo do mundo capaz de detectar terramotos, surpreendendo a corte imperial com uma máquina que podia detectar os terramotos a grandes distâncias, mesmo que ninguém nos arredores tivesse reparado no fenómeno.
O sismoscópio era composto por um grande vaso de bronze em torno do qual estavam dispostos (de cabeça para baixo) oito dragões (sempre de bronze), cada um dos quais voltado para os pontos cardeais e com uma bola na boca (bola mais uma vez de bronze, este deve ter sido uma paixão do Heng).
Na base do recipiente, alinhados com os dragões. eram dispostos sapos com a boca aberta e virada para cima. Inútil especificar de que material eram feitos os sapos.

Se o instrumento revelava um terremoto, um dos dragões largava automaticamente a bola, que caia na boca do sapo, e a posição deste correspondia à direcção de onde tinha vindo o tremor de terra.

No entanto, quando Heng apresentou a invenção, o cepticismo dominava os funcionários da corte.

O teste do dispositivo ocorreu em 138 d.C., quando uma bola caiu sem que qualquer terremoto tivesse sido percebido.

Poucos dias depois, um mensageiro trouxe a notícia de um terramoto em Kasu, 600 quilómetros de distância, na direcção indicada pelo instrumento.



Em 2005, os cientistas de Zhengzhou, o local de nascimento de Zhang Heng, conseguiram construir uma replica do sismoscópio, testado para detectar terramotos simulados a partir de quatro regiões diferentes.

O sismoscópio foi capaz de detectar todos os terramotos simulados e os dados recolhidos corresponderam com aqueles detectados pelos sismógrafos modernos.

Zhang Heng é considerado o Leonardo da Vinci do Extremo Oriente e a sua vida parece confirmar a comparação. Durante a maior parte da existência, Heng foi o astrónomo real durante a dinastia Han e desenhou um dos primeiros mapas estelares, rivalizando com aquele criado por Hiparco em 129 d.C. (do qual ele não tinha conhecimento): no mapa, Heng especifica a exacta posição de 2.500 estrelas.

Conseguiu explicar correctamente o fenómeno dos eclipses lunares, alegando que ocorriam quando a Lua passava pela sombra da Terra. Em 123 d.C. corrigiu o calendário para ajusta-lo ao ciclo das estações.

Os resultados científicos do génio de Zhang Heng foram homenageados por sucessivas gerações.

Em 1970, as Nações Unidas deram o nome dele a uma cratera lunar.

Em 1977, o asteróide 1802 também foi baptizado com o nome de Heng, cujo nome também é utilizado para indicar um mineral amarelo dourado descoberto em 1986.

Ipse dixit.



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Casa de Portugal em Henan

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1º Sino-Portugal Advanced Materials Innovation Forum 30-31 May 2014


1º Sino-Portugal Advanced Materials Innovation Forum 30-31 May 2014: biomedical materials, environment conscious-materials, energy materials, nanothecnology and nanomaterials.

Para mais informações e participação, por favor contacte a Câmara de Cooperação e Desenvolvimento Portugal China https://www.facebook.com/CamaraDeCooperacaoEDesenvolvimentoPortugalChina?ref=hl

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China investiu 8 mil milhões em Portugal em dois anos

Portugal já recebeu oito mil milhões de euros de investimento chinês nos últimos dois anos, afirmou hoje o secretário-geral do PSD, Matos Rosa, no final de um encontro com o embaixador da China, em Lisboa.
"Passámos em retrospetiva os investimentos chineses, nos últimos dois anos as empresas chinesas investiram mais de 8 mil milhões de euros num momento importante para Portugal, que precisava de investimento naquele momento", disse hoje o dirigente social-democrata à Lusa, no final de uma reunião solicitada pelo embaixador da China em Portugal, Huang Songfu.
"Foi uma visita de cortesia, inserida no âmbito das reuniões que o PSD tem regularmente com embaixadores em Portugal", acrescentou Matos Rosa, anunciando que, em junho, Portugal vai receber a visita de "um alto dirigente chinês, o quinto na hierarquia do Partido Comunista, que se insere no âmbito da rotatividade de visitas, e que é importante para acelerar esta cooperação comercial e de amizade entre Portugal e a China".
Questionado sobre os setores onde as empresas chinesas mais mostraram interesse, Matos Rosa respondeu que, "numa primeira fase, o investimento chinês foi mais direcionado para o setor financeiro, mas agora estão a fazer apostas noutras áreas, como a agricultura, as transformações, os laticínios e vinhos, que são áreas muito importantes para os produtores e empresários e nas quais o PSD e o embaixador tudo farão para apoiar e ajudar os empresários e produtores".
A aposta das empresas chinesas na banca, primeiro, e no setor produtivo, agora, é encarado como o início de uma cooperação mais vasta, acrescentou Matos Rosa: "Primeiro houve uma fase de aposta no setor financeiro, agora é mais no setor produtivo, agricultura, instalação de fábricas privadas chinesas, aliás, já há duas no norte do país na área dos moldes e das cobertura para prédios e fábricas, e isto é o pontapé de saúde para outras empresas chinesas instalarem-se em Portugal e criarem emprego português, que é muito importante nesta fase", enfatizou o secretário-geral do PSD.
"Damos lições ao mundo global em termos de cooperação política e global, como por exemplo no caso de Macau. Portugal precisou de ajuda e de credibilidade externa e o que embaixador transmitiu [na reunião de hoje, na sede do PSD, em Lisboa], é que a China acredita em Portugal e que o país vai superar a crise, está no bom caminho", concluiu Matos Rosa.

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AMALGAMA em Macau

O Observatório da China pretende divulgar a presença da Companhia de Dança Amalgama em Macau, a integrar a Programação do XXV Festival de Artes de Macau com duas criações a apresentar a 3 e 4 de Maio, com Stella & Artists e TDSM, e no âmbito das Comemorações do 25 Abril da Casa de Portugal em Macau, no Casino Sands com o Espetáculo DIÁSPORA a 23 Abril.




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China oferece equipamento a Cabo Verde para captar água

A China ofereceu a Cabo Verde um donativo de 1,6 milhões de dólares em equipamentos, incluindo sondas e perfuradoras, destinados a captar água no meio rural cabo-verdiano.
O acto de entrega do donativo decorreu no Ministério da Agricultura, na Praia, na presença da ministra da pasta, Eva Ortet, e do embaixador da China em Cabo Verde, Su Jian.
Os equipamentos destinam-se à captação de água a fim de aumentar a disponibilidade hídrica no sector da agricultura, permitindo o aumento das áreas de irrigação.
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China deseja "parceria geral" com Timor Leste

O desejo foi manifestado durante um encontro com o primeiro-ministro de Timor-Leste, Xanana Gusmão, que iniciou no domingo uma visita oficial de uma semana à China.
"Boa vizinhança, amizade, confiança mútua, reciprocidade, respeito pela via de desenvolvimento escolhida pelo povo timorense e firme apoio comum aos interesses essenciais e grandes preocupações de cada um serão as características da parceria", afirmou o líder chinês, citado pela agência noticiosa oficial Xinhua.
Xi Jinping, que é também secretário-geral do Partido Comunista Chinês (PCC), propôs "impulsionar a cooperação na construção de infraestruturas, comunicações, energia, agricultura e desenvolvimento de zonas económicas especiais", indicou a mesma fonte.
A agenda do primeiro-ministro timorense na China inclui a participação na conferência anual do Forum Boao, iniciada hoje na ilha de Hainan, sob o tema "Novo Futuro da Ásia: Identificando novos motores de crescimento", e que conta com a presença de chefes de governo de oito países.
Alem de Xanana Gusmão, estarão presentes os primeiros-ministros da Austrália, China, Coreia do Sul, Kazaquistão, Laos, Namíbia e Paquistão.
Proposto no final da década de 1990 por vários estadistas asiáticos, o Forum Boao define-se como "uma organização não-governamental empenhada em promover e aprofundar o intercâmbio económico, coordenação e cooperação dentro de Ásia e entre a Ásia e outras partes do mundo".
Depois do Forum Boao, que decorre até quinta-feira, Xanana Gusmão visitará as provincias chinesas de Fujian e de Hunan.

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CHINA: POLÍTICA E CULTURA - CURSO DE FORMAÇÃO ESPECIALIZADA

Estão abertas as candidaturas para o curso de formação especializada sobre "China: Política e Cultura" oferecido pelo Instituto de Formação e Consultoria do ISCSP (ISCSP-iFOR), com o conteúdo científico do Instituto do Oriente (IO) e o apoio da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Chinesa. As inscrições decorrem de 7 a 28 de Abril de 2014.

china politica cultura 2014 iscsp



Fonte:http://ioriente.iscsp.ulisboa.pt/formacao/item/107-china-politica-e-cultura-l-curso-de-formacao-especializada
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Consumidores chineses lideram o ranking mundial na compra online

Um relatório de pesquisa divulgado hoje (8) pela Price Waterhouse Coopers indica que os consumidores chineses lideram o ranking mundial na compra online, sobretudo via Internet móvel.
A pesquisa entrevistou mais de 15 mil consumidores online, que cobrem 15 países e regiões como, Brasil, Canadá, parte continental chinesa, Hong Kong, França, Índia e Oriente Médio.
Catorze por cento dos entrevistados chineses admitem que fazem compras online todos os dias, e mais de 60%, uma vez por semana. As percentagens são muito mais altas do que os níveis mundiais, que são de 5% e 21% respectivamente. Em relação à compra via Internet móvel, 4% dos entrevistados chineses fazem compras via celular uma vez por dia, e 20%, uma vez por semana.

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Especialistas chineses veem com bons olhos o resultado da visita de Xi Jinping à Europa


Especialistas chineses em questões internacionais consideram que a visita do presidente chinês à Europa impulsiona ainda mais a parceria estratégica sino-europeia.

O diretor do Departamento da Europa do Instituto das Questões Internacionais da China, Cui Hongjian, apontou que as relações sino-europeias já superam um laço de simples comércio e que irão se desenvolver de maneira mais equilibrada e completa, especialmente com a visita do presidente chinês pela Europa. Segundo ele, a China está aprofundando a reforma em todos os setores, procurando acelerar o processo de industrialização, informatização, urbanização e de modernização da agricultura. Paralelamente, a Europa está executando a reforma estrutural. Ambos necessitam estudar as experiências mutuamente, sobretudo nas áreas de urbanização, proteção ambiental, desenvolvimento regional e integração urbana-rural. 

O vice-presidente do Instituto das Relações Internacionais Contemporâneas da China, Feng Zhongping, considera que Xi Jinping explanou claramente, na sua visita, que tipo de país é a China e por quê escolhe o caminho de desenvolvimento atual. Isso ajuda a eliminar mal-entendidos e preconceitos nas relações sino-europeias. As várias ações realizadas na visita dão uma oportunidade para os países europeus e até a comunidade internacional observarem a China, conhecendo as condições do Estado e o modelo de desenvolvimento adotado. 

Durante a visita do presidente chinês, Xi Jinping, pela Europa, de 22 de março a 1 de abril, a China assinou mais de 120 acordos de cooperação com quatro países europeus, no valor de US$70 bilhões. China e Europa anunciaram na declaração conjunta a construção de parcerias em quatro áreas. A China publicou o segundo documento de política para com a UE, esboçando um plano de cooperação de cinco a dez anos.

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Casa de Macau em Lisboa - Chá Gordo da Páscoa

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Aprender português em Pequim, a caminho de Angola

A pergunta é simples ("Você acha que devo comprar um Ferrari?") e a resposta também ("Eu acho que deve comprar o Ferrari"). Parece o diálogo de um anúncio publicitário, mas não é.

Concebidas para exemplificar o uso do verbo "dever", as duas frases são soletradas em coro pelos técnicos de uma grande construtora estatal chinesa que frequentam um curso intensivo de português na Universidade de Estudos Estrangeiros de Pequim (Beiwai).
O curso, de um ano, começou há três meses e no final, todos seguirão para "Anguêlá" (Angola, em chinês). As propinas, no valor de 10.000 yuan (1.200 euros), são pagas pela China Railway Construction Corporation (CRCC), consórcio que em 2013 ocupava o 100.º lugar da lista das "500 maiores empresas do mundo" compilada pela revista Fortune.
"Eu devo/tu deves/ele deve/nós devemos" - em chinês só varia a pessoa; o resto, que corresponde ao infinitivo do verbo, é igual: "Wo yinggai/ ni yinggai/ ta yinggai/women yinggai".
"É muito difícil, mais difícil do que o inglês", diz Zhao Weiguo, um dos 25 alunos.
Segundo o governo angolano, em 2012, havia cerca de 260.000 chineses a trabalhar no país. Os salários são atraentes e como as empresas também pagam a alimentação, o alojamento e as viagens de férias (duas ou três vezes por ano), a poupança equivale a quase 100% do vencimento.
Um intérprete em início de carreira, com menos de 25 anos de idade, chega a ganhar, e a poupar, 20.000 yuan (2.400 euros) por mês - mais de o triplo do salário médio em Pequim.
Zhou Lifei, um engenheiro de 26 anos que já trabalhou em Angola e que deverá voltar lá em 2015, não adiantou o que conseguiu poupar, mas contou que, entretanto, comprou um jipe e em julho vai comprar a sua primeira casa, numa província do norte da China.
Noutro exercício de conversação, há frases com um espaço em branco que os alunos têm de preencher com as palavras que o professor vai escrevendo com giz no quadro: "acampamento", "maravilhoso", "preocupado", "montanha", "piquenique"?
Todas as palavras são pronunciadas devagar, duas e três vezes.
"Não é esta a minha profissão, mas faço o melhor que posso", diz o professor, Zheng Zhe. "O problema maior é a falta de ambiente: depois de saírem da aula, os alunos deixam de falar português".
Filho de emigrantes da província chinesa de Zhejiang, nascido e criado no Porto, há 26 anos, Zheng Zhe - ou Alexandre, o nome que adotou em Portugal - fala fluentemente as duas línguas: "Nunca pensei vir ensinar português na China. É fantástico!", exclamou.
Zheng Zhe é formado em gestão e está em Pequim, pela primeira vez, fazendo um mestrado em Relações Internacionais na famosa universidade Qinghua.
Ao mesmo tempo, dá aulas na Beiwai e na Beijing Language and Culture University (BLCU), que também ministra concursos intensivos de português.
"A procura (por cursos de português) é grande", constatou Zheng Zhe.
O fenómeno coincide com o rápido desenvolvimento das relações económicas entre a China e os países de língua portuguesa, sobretudo Brasil e Angola.
Segunda economia mundial, a China já é também o maior parceiro comercial do Brasil, à frente dos Estados Unidos da América, e o principal cliente do petróleo angolano.
Até há uma década, apenas três universidades do continente chinês tinham licenciaturas em português: a Beiwai, a Universidade de Estudos Estrangeiros de Xangai e a Universidade de Comunicações, em Pequim. Hoje há dezoito, espalhadas por uma dezena de cidades.
Um diploma em português não chegará para comprar um Ferrari, mas significa emprego garantido e, por vezes, muito bem pago.

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O melhor do cinema chinês

Time Out apresenta os melhores filmes chineses do todos os tempos. Leia a notícia completa em:http://www.timeoutshanghai.com/features/Books__Film-Film_features/18155/100-best-Chinese-Mainland-Films-The-Countdown.html



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Guia para aprender Mandarim

Um pequeno guia da BBC, para auxiliar na aprendizagem do Mandarim.



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