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China’s Wind Power Development Exceeds Expectations


A recent boom in Chinese wind power development has surpassed the government's original target and forced policymakers to set a new goal that might still be too modest.

In 2007, cumulative wind installations in China exceeded 5 gigawatts (GW), the goal originally set for 2010 by the National Development and Reform Commission (NDRC), China's top economic planner. The Commission had set the target in its 2006 mid- and long-term development plan for renewable energy. The plan's target for 2020 was 30 GW, a level that is now projected to be reached by 2012, eight years ahead of schedule.

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Leituras: A China obriga-nos a mudar




Mais uma obra sobre a China a lançar muito em breve
(14 de Junho)

Um repositório de argumentos inovadores, de propostas polémicas e de ideias fortes e incisivas.

Neste pequeno livro cultiva-se uma perspectiva optimista quanto ao nosso futuro comum e ao papel que nele a China poderá desempenhar.Acima de tudo, a China constitui para nós, ocidentais, uma oportunidade de redenção, por nos obrigar a adoptar mudanças drásticas de comportamento.Mas o desejo que os chineses legitimamente alimentam de alcançar um nível de desenvolvimento económico semelhante ao dos países ricos do Ocidente não configurará, ao mesmo tempo, uma ameaça iminente, na óptica da sustentabilidade ambiental e da estabilidade económica à escala planetária?Dentro de pouco tempo, pressionados pela crise dos recursos naturais, Ocidente e Oriente encontrar-se-ão de olhos nos olhos, de igual para igual. Será que deste «encontro com o outro» resultará uma nova ordem internacional, equilibrada e pacífica, com a China assumindo o estatuto de superpotência dominante?E o que poderão os portugueses fazer a respeito de tudo isto? Serão os países lusófonos um antigo império à deriva, sem liderança, mas com uma enorme disponibilidade em recursos naturais ou biocapacidade, que a China paulatinamente cativa e conquista?
Sobre o Autor:

Carlos Frescata (http://www.carlosfrescata.com/) chegou à China em 1992, numa viagem de investigação para o seu doutoramento em engenharia agronómica que concluiu no Instituto Superior de Agronomia (Universidade Técnica de Lisboa), com trabalhos de pesquisa também na Holanda, Nova Zelândia e Califórnia.Na China, conheceu a sua mulher, Cao Bei. Têm dois filhos, Carlos Nuno e Ana Bei.Em 1996 fundou em Pequim aquela que foi talvez a primeira empresa 100% portuguesa neste país ― Beijing Biosani ― filha da sua empresa Biosani, de Palmela.Em 2007 lançou a publicação Green China (http://www.greenchina.eu/), visando estabelecer uma ponte de informação entre o Império do Meio e a Europa.Empreende iniciativas ecologistas desde que, aos 15 anos, fundou um movimento ambientalista em Setúbal, sua terra natal. Durante a juventude, na década de 1980, viveu em aldeias kibbutzim de Israel e participou em projectos gandhianos universitários, rurais, na Índia.Acredita que uma portugalidade universalista e intercultural é um privilégio dos portugueses e que na China conseguiu finalmente cumpri-la. Actualmente, tenta investigar a oportunidade para Portugal da iniciativa chinesa Fórum Macau, na sua vertente Brasil e Angola.
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BRAZIL: SAO PAULO COMMERCIAL ASSOCIATION TO OPEN OFFICE IN MACAU TO ACT IN MAINLAND CHINA

macauhub

06/02/2008 BRAZIL: SAO PAULO COMMERCIAL ASSOCIATION TO OPEN OFFICE IN MACAU TO ACT IN MAINLAND CHINA [ 2008-06-02 ]

The Commercial Association of Sao Paulo (ACSP) plan to open a representative Office in Macau to support small and medium-sized Brazilian companies that want to work in the Peoplefs Republic of China. [...]
Praia, Cape Verde, 2 June – The Commercial Association of Sao Paulo (ACSP) plan to open a representative Office in Macau to support small and medium-sized Brazilian companies that want to work in the People’s Republic of China.Sidnei Docal, chief executive of the ACSP told Macau newspaper Tribuna that the representation would be locate din the Macau Business Support Centre of the Macau Institute for Promotion of Trade and Investment (IPIM).‘Sales from Brazil to China are focused on some big companies. However when we talk about small and medium-sized companies the scenario is quite different and trade is weak,’ said Docal in Cape Verde during the 4th Meeting of Businesspeople for Economic and Trade Cooperation Between China and the Portuguese-speaking Nations held between 28 and 30 May in Praia.The chief executive of the Brazilian institution also said that the future structure of the ACSP in Macau was for it to serve as an initial contact by organising contacts and business visits to mainland China by businesspeople from small and medium-sized companies.Docal said that creating the subsidiary was based on the fact that Portuguese was spoken in Macau and Beijing’s decision to make Macau a bridge for business between Chinese and Portuguese-speaking businesspeople.He also noted that a delegation of Macau businesspeople would travel to Brazil in July, organised by IPIM.Docal also said that contacts were being made between the ACSP and the Brazilian autrhorities so that the next Meeting of Businesspeople for Economic and Trade Cooperation between China and the Portuguese-speaking Nations to be held in Brazil.This year’s meeting took place in Praia and the Cape Verde authorities called for Cape Verde to become an intermediary in the link between Portuguese-speaking countries and China, ‘making use of its geo-strategic position.’The fourth meeting of businesspeople for economic and trade cooperation between China and the Portuguese-speaking countries brought together 300 businesspeople and representatives from promotional institutes.The meetings between China and Portuguese-speaking countries, which have previously been held in Luanda, Lisbon and Maputo, are a consequence of a protocol signed in Macau in October 2003 by promotional organisations from the various countries.Between 2003 and 2006, trade between China and Portuguese-speaking countries more than tripled to a total of US$34 billion at the end of 2006, a rise that, at the time corresponded to 46.9 percent compared to 2005Figures drawn up in 2007 also indicate that trade between China and Portuguese-speaking countries is set to exceed in 2008 the goal of US$50 billion outlined for 2009.The People’s Republic of China decided to create in 2003, and based in Macau, the Forum for Economic and Commercial Cooperation between China and the Portuguese-speaking world, with the aim of promoting trade relations with Portugal, Brazil, Angola, Mozambique, Guinea Bissau, Cape Verde, Sao Tome and Principe and East Timor. (macauhub)
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SUBJECTS Trade China Brazil

info@macauclip.com
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China Warns US To Stop Global Inflation

The head of the Bank of China, Zhou, is warning the US central bankers that they are causing global inflation. Not speculators. Of course, this news is from Xinhua News and is not being broadcast across the planet. Dead silence in the West. This is because the G7 central bankers are trying to pop all the blame for this banking collapse on home owners in California or Las Vegas, not themselves. To produce more liquidity so they can flood the planet with more Funny Money™, the biggest banking houses are lending money to hedge funds so they can buy up loans from these same banks! This is crazy, of course. And will make the banking collapse worse. But they don't care. They are desperate to move these Alliance-Boots out of the shoe store and into the streets so they can make more and more and more loans. Which we don't need. These loans are only so people can line their pockets. And the Labour Party in England is going bankrupt, too. And UBS is telling its executives to avoid arrest in the US. Ler mais
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Leituras: O Mensageiro de Fidel

Está à venda no mercado português um curioso livro de Alexandre Coutinho – O Mensageiro de Fidel (Editora Guerra e Paz), que se centra no encontro secreto entre Deng Xiaoping e Fidel Castro, verificado na última década do século passado, elaborado através da recolha de um conjunto de documentos, artigos e livros pelo autor.

Coutinho aborda os trabalhos profissionais do jornalista francês Philippe Lancry (Le Fígaro), que depois de ter conseguido entrevistar o pequeno timoneiro e mais tarde Fidel, foi o testemunho privilegiado do encontro entre os dois líderes, conhecido por ter sido um dos encontros políticos do século. Mais que uma focagem no meeting point, a narrativa recorda o momento político que marcou a aproximação entre os dois países (após o colapso da União Soviética), bem como as discussões em torno da opção da via da economia de mercado.

Segundo Adelino Gomes (Público), “Deng defende a ousadia e considera errado pensar-se que só existe economia de mercado «capitalista»; Fidel recusa a ideia de vender a Revolução «aos dólares do capitalismo» e avisa que «conduzir um carro com o pé no acelerador das reformas económicas e outro no travão do controlo político« acabará com o veículo a incendiar-se”.

Aguardam-se ecos! Boa leitura!





O autor: Alexandre Coutinho

Alexandre Coutinho nasceu em Lisboa há 44 anos. Jornalista no quadro redactorial do Expresso desde 1988, trabalha há vários anos na Secção de Economia, onde desempenhou as funções de editor (1998-2000), e acompanha regularmente a área dos negócios e empresas. É licenciado e mestre em Comunicação Social pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Iniciou a sua carreira na imprensa como freelancer em 1984 e realizou no ano seguinte estágio profissional de jornalismo na redacção do parisiense Le Figaro. Em 1986, integrou como jornalista o quadro redactorial de O Jornal (especialização em Economia). Continua a desenvolver a sua actividade de jornalista e fotógrafo na área das viagens de aventura e descoberta, quer através das suas páginas pessoais na Internet, Viagens no Meu Planeta e Volta ao Mundo de Faca e Garfo (www.janelanaweb.com/viagens/index.html), quer em colaborações para outras publicações (jornais, revistas e livros). Nos últimos dez anos viajou por diversos países do mundo, dos cinco continentes, o que lhe permitiu conhecer in loco as respectivas realidades. É co-autor do livro A Irmandade dos Romeiros (2006).

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APELO À SOLIDARIEDADE

APELO À SOLIDARIEDADE

Face à devastação provocada pelos terramotos na China

Conta na CGD: NIB nº 003506750004516493040.

As instituições a seguir mencionadas (por ordem alfabética), a Câmara de Comércio e Industria Luso-Chinesa, a Fundação Jorge Alvares, o ICODEPO (Instituto para a Cooperação e Desenvolvimento Portugal-Oriente), a Liga dos Chineses em Portugal, Liga Multissecular de Amizade Portugal-China, o Observatório da China, e a UCCLA (União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa), apelam à solidariedade e apoio activo às vítimas (mais de 60 mil mortos, de 30 mil desaparecidos, 200 mil feridos e cerca de 3 milhões de desalojados) dos sucessivos sismos face à devastação provocada pelos terramotos que ocorreram na China desde o dia 12 de Maio (o maior com 8 graus na escala de Ritcher), nomeadamente nas províncias chinesas de Sichuan (com epicentro em Wenchuan), Yunnan e Gansu. Esta área possui cerca de 1,3 milhões de quilómetros quadrados e nela habitam mais de 200 milhões de pessoas, muitas das quais viram agora o seu quotidiano gravemente afectado.

Para recolha dos donativos de todos os que em Portugal se quiserem solidarizar, comunica-se a abertura da conta nº 675.045164.930 (NIB: 003506750004516493040), da Caixa Geral de Depósitos – Agência do Rato, devidamente autorizada pelo Ministério da Administração Interna.

A conta terá exclusivamente como objectivo a recolha de donativos, durante 30 dias, e será controlada pelas instituições acima mencionadas, as quais estarão presentes no encerramento da mesma, no dia 23 de Junho, na presença do representante da Cruz Vermelha Portuguesa, que receberá os donativos, com o compromisso de os entregar à Cruz Vermelha da República Popular da China.

Câmara de Comércio e Industria Luso-Chinesa,

Fundação Jorge Alvares,

ICODEPO (Instituto para a Cooperação e Desenvolvimento Portugal-Oriente),

Liga dos Chineses em Portugal,

Liga Multissecular de Amizade Portugal-China,

Observatório da China,

UCCLA (União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa)

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Terramoto na China : abertura de conta para auxílio às vítimas

Já aberta a conta NIB nº 003506750004516493040.
SOLIDARIEDADE
Face à devastação provocada pelos terramotos na China

Por autorização do Ministério da Administração Interna, comunica-se a abertura da conta nº 675.045164.930 (NIB: 003506750004516493040. da Caixa Geral de Depósitos – Agência do Rato), para recolha dos donativos de todos os que em Portugal se quiserem solidarizar no apoio activo às vítimas (cerca de 50 mil mortos, de 30 mil desaparecidos, 200 mil feridos e cerca de 3 milhões de desalojados) e à recuperação de urgência das áreas afectadas pelos sucessivos sismos, que ocorreram na China desde dia 12 de Maio (o maior com 8 graus na escala de Ritcher), nomeadamente nas províncias chinesas de Sichuan (com epicentro em Wenchuan), Yunnan e Gansu. Esta área possui cerca de 1,3 milhões de quilómetros quadrados e nela habitam mais de 200 milhões de pessoas, muitas das quais viram agora o seu quotidiano gravemente afectado.

A iniciativa de abertura desta conta do Observatório da China, tem igualmente o apoio e participação das seguintes instituições (mencionadas aqui por ordem alfabética), as quais acompanharão o processo de encerramento da conta e de transferência dos Dinheiros para a Cruz Vermelha:
· Câmara de Comércio e Industria Luso-Chinesa,
· Fundação Jorge Alvares,
· ICODEPO (Instituto para a Cooperação e Desenvolvimento Portugal-Oriente),
· Liga dos Chineses em Portugal,
· Liga Multissecular de Amizade Portugal-China,
· UCCLA (União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa).
A conta terá exclusivamente como objectivo, a recolha de donativos durante 30 dias, e será encerrada no dia 23 de Junho, na presença de um representante da Cruz Vermelha Portuguesa, que receberá os donativos, com o compromisso de os entregar à Cruz Vermelha da República Popular da China.

Pelo Observatório da China:
Rui Lourido, Presidente
Jin Guo Ping, Vice-presidente

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Observatório da China assina livro de condolências na embaixada da China

Caros associados e amigos


Informamos que o Observatório da China escreveu, hoje de manhã, uma mensagem de solidariedade no livro de condolências da Embaixada da República Popular da China, pela devastação provocada pelos sucessivos terramotos, ocorridos após o dia 12 de Maio, nomeadamente nas províncias chinesas de Sichuan (com epicentro em Wenchuan), Yunnan e Gansu.


A delegação foi composta pelo Presidente da Direcção - Rui d'Ávila Lourido e pelo Presidente do Conselho Fiscal - Carlos Lipari Pinto, os quais assinaram o referido livro de condolências.


O Observatório da China decidiu, igualmente, abrir uma conta bancária de solidariedade. Ler mais aqui.

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中国四川5.12大地震,China 7.8 magnitude earthquake

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O Terramoto e a produção de energia

Although the Sichuan earthquake seems unlikely to set back China’s economic growth by very much, the disaster may have a noticeable impact on China’s energy supply and imports of coal and oil. The area subjected to the quake produces about 22 percent of China’s natural gas supplies and contains many coal mines and hydro-electric dams which generated about 62 percent of the province’s total electricity production. Many of the 396 power stations on the river system and their dams were damaged. Several major reservoirs are being drained to prevent their dams from failing. Beijing ordered coal mines, oil and gas wells, and chemical plants affected by the quake to shut down until the situation could be assessed. Twenty-two coal mines in Sichuan, Chongqing and Gansu provinces were affected by the quake.
Loss of significant amounts of natural gas, coal, and electricity production for an indefinite period suggests that China will have to step up imports of coal and oil products. Already some 700,000 barrels of emergency fuel supplies have been dispatched to the area.
Prior to the earthquake, China’s crude and oil products imports were already increasing rapidly. Crude imports in the first 4 months of 2008 were up 9.8 percent over 2007 to support an increase in industrial production of 15.7 percent in April. Diesel imports in April rose to 520,000 tons from 30,000 tons a year earlier and 490,000 tons in March. Traders say that China is planning to import still more oil in May and June to prepare for the Olympics and to support recovery from the earthquake. No let-up to Chinese demand for oil is yet in sight, suggesting that world prices will continue to move higher during the summer.
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East Asia Meeting - Lyon, France







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As Grandes Navegações da China







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Palestras As Grandes Viagens Marítimas Chinesas - Exposição Museus da Cidade de Aveiro







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Almoço com a Academia de Ciências Sociais da China







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